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Archive for the ‘Telecomunicações’


Published August 22nd, 2008

Banda larga pode chegar a 12 milhões em 2008

No primeiro semestre, acessos móveis foram responsáveis por um terço das novas assinaturas de internet rápida, segundo o Barômetro Cisco

Impulsionado pelos acessos móveis, que cresceram 464% em um ano, o número de conexões em banda larga no Brasil ultrapassou os 10 milhões, segundo o Barômetro Cisco. Na comparação com junho de 2007, o total de acessos cresceu 48,3%, passando de 6,78 milhões para 10,04 milhões. Na comparação com o primeiro trimestre deste ano, a variação foi de 9,7%.

Pedro Ripper, presidente da Cisco, acredita que se o ritmo de crescimento apresentado nos primeiros seis meses do ano for mantido, o País deve chegar a 12 milhões de conexões em banda larga. “A chegada da 3G trouxe uma dinâmica importante para o mercado”, comentou. O executivo acredita que no próximo semestre, só no segmento móvel, mais um milhão de acessos por meio de modens e placas de dados devem ser adicionados. Hoje o número está em 1,31 milhão, sendo algo entre 20% e 30% no mercado corporativo.

Para Ripper, as operadoras de telefonia móvel subestimaram a demanda pela 3G, por isso, no segundo trimestre, o número de novos assinantes cresceu menos (de 500 mil no primeiro trimestre para 200 mil no segundo). No entanto, alguns gargalos, como a disponibilidade de equipamentos e espectro e o dimensionamento de links de antenas e das redes IP estão próximos da resolução, o que garantirá a expansão do serviço. “Nos próximos dois meses as operadoras móveis devem estar com suas redes IP adicionais rodando”, diz.

Por conta dos investimentos das operadoras móveis, que, por conta das metas de cobertura da 3G, levarão opção de acesso à internet a todo o Brasil, e dos esforços das operadoras de TV a cabo de levar velocidades entre 20 Mbps e 30 Mbps a clientes de mais alto padrão (o que na opinião dele deve acontecer nos próximos 12 meses), Ripper acredita que a dinâmica competitiva do mercado de banda larga estará mantida nos próximos anos. “As operadoras de telefonia terão que ser mais competitivas”, diz.

Apesar de “caminhar sozinho”, Ripper acredita que medidas governamentais ainda são necessárias para estimular a penetração da banda larga no País. “Nos países em que a banda larga apresentou boa expansão, os governos criaram condições de competição e estruturas de fomento, como fundos, subsídios etc.”, destaca. O Barômetro da Cisco indica que a penetração da banda larga no Brasil chegou a 4,6% da população. Na Coréia, por exemplo, o número é de 26%. Nos Estados Unidos ele chega 19%, e na Argentina, e no Chile, a 6,6% e 8,8%, respectivamente. O executivo acredita que algo como o que foi feito com a troca de metas de instalação de Postos de Serviços de Telecomunicações (PSTs) por backhaul de internet precisa ser feito para a instalação da última milha (infra-estrutura de acesso que chega à casa ou escritório das pessoas).

Ripper afirma ainda temer a proposta que está sendo estudada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) de transformar a banda larga em um serviço público. “Criar muita regulamentação em um setor tão dinâmico pode engessar mais do que promover o desenvolvimento”, avalia.

Fonte: itweb

Published August 22nd, 2008

Intel vai integrar widgets do Yahoo a novos chips para TVs

Depois de anos de largadas falsas em seus esforços de levar a Web aos televisores, o Yahoo anunciou na quarta-feira que está cooperando com a Intel para criar canais de Web em computadores que permitirão acompanhar programas de TV.

A empresa de Internet e a maior fabricante mundial de chips estão trabalhando no que chamam de “Canal Widgets”, que permitirá que os telespectadores interajam com e assistam a uma série de widgets dinâmicos de TV -pequenos aplicativos que rodam na Web e complementam programas de TV.

Os widgets aparecerão no canto da tela de TV e trabalharão mais ou menos como as janelas do sistema picture-in-picture disponíveis nos televisores mais avançados. As pequenas janelas permitirão que os telespectadores conversem ou troquem e-mails com amigos, assistam a vídeos, acompanhem ações ou placares esportivos ou se mantenham atualizados e termos de notícias e informações meteorológicas, tudo isso por meio do controle remoto do televisor.

Os serviços widget de TV estão sendo desenvolvidos para operar com uma nova classe de chip Intel para bens de consumo eletrônico, que permite imagens de alta definição, áudio com qualidade de home theater, recursos gráficos tridimensionais e a fusão de recursos de Internet e televisão.

Os aparelhos baseados no chip Intel CE3100 devem chegar ao mercado no primeiro semestre de 2009, anunciou a Intel. A Comcast, maior operadora de cabos dos Estados Unidos, anunciou em comunicado separado, também em parceria com a Intel, que planejava oferecer widgets a partir do ano que vem, em televisores, decodificadores e outros aparelhos conectados a eles.

“A TV mudará fundamentalmente a maneira pela qual falamos sobre, imaginamos e experimentamos a Internet”, afirmou Eric Kim, vice-presidente sênior da Intel e gerente geral de seu grupo digital doméstico, no comunicado conjunto com o Yahoo.

A Intel exibiu a nova estrutura de software para os televisores e aparelhos integrados a televisores que usarão seus chips em sua conferência anual de programadores, realizada esta semana em San Francisco.

Fonte: reuters

Published August 21st, 2008

Conexão de banda larga no país supera meta prevista para 2010

O Brasil alcançou em junho deste ano o número de conexões de banda larga esperado inicialmente só para 2010 pelos organizadores do Barômetro Cisco de Banda Larga.

O barômetro avalia o número de conexões de banda larga desde fevereiro de 2006, trimestralmente, por meio de uma pesquisa da consultoria IDC.

Quando iniciaram os estudos, os organizadores esperavam que o número de conexões de banda larga no Brasil alcançasse 10 milhões até 2010. A marca, entretanto, foi alcançada em junho deste ano, segundo dados divulgados nesta quarta-feira.

No início deste ano, diante da proximidade da meta, a Cisco decidiu rever a previsão para 15 milhões até 2010.

O número de 10,04 milhões de conexões representa um crescimento de 48 por cento frente ao primeiro semestre de 2007. As conexões fixas –via cabo, linha telefônica e IP dedicado, por exemplo– responderam por 6,55 milhões do total, com alta de 33,24 por cento sobre o primeiro semestre de 2007.

As conexões de banda larga móveis, pelo celular, que começaram a ganhar força no final do ano passado com as redes de terceira geração, tiveram salto de quase seis vezes, para 1,31 milhão ante 233 mil em junho de 2007.

“A utilização dessa modalidade de conexão tem potencial para suprir a demanda de usuários que buscam acesso à Internet e que não têm infra-estrutura ou cabeamento disponível nas regiões onde vivem ou trabalham. A popularização ainda maior das ofertas dessa modalidade tende a trazer uma nova dinâmica ao mercado brasileiro”, explicou Pedro Ripper, presidente da Cisco Brasil, em comunicado à imprensa.

A pesquisa detectou que a banda larga está presente em 13 por cento dos lares brasileiros, enquanto na Coréia do Sul, maior índice do mundo, o número é de 65 por cento.

Fonte: portalexame

Published August 18th, 2008

Estudo prevê estagnação da telefonia fixa; grandes perderão mercado

Enquanto o setor de telefonia móvel vai “de vento em popa”, com crescimento de cerca de 30% até 2009, o de telefonia fixa “deverá continuar amargando” estagnação no mesmo período. É o que afirma um estudo produzido pela consultoria Tendências, que ainda prevê redução de clientes nas grandes empresas do serviço fixo.

De acordo com o relatório, assinado por Adriano Pitoli e Camila Saito, e obtido com exclusividade pela Folha Online, o mercado de telefonia fixa deverá permanecer estagnado nos próximos anos, principalmente em decorrência da acentuada contestação de mercado exercida pelos celulares e também por outras tecnologias, como o VoIP. Para 2008 e 2009, a estimativa da Tendências é de leve aumento de 1,5% para ambos os anos.

Se o setor terá apenas “um leve crescimento” até 2009, o cenário para as três principais concessionárias fixas locais –Telefônica, Oi e BrT– é ainda mais negativo. Segundo o estudo, as três empresas já acumularam juntas uma queda de 8% no número de terminais em serviço nos últimos três anos.

“Nossa expectativa para os próximos anos é de continuidade desta trajetória, com quedas de 2,4% para este ano e de 3,0% para o próximo”, diz o relatório da Tendências.

Mercado

Contra as grandes teles, além do baixo crescimento do setor, estão as novas empresas entrantes no serviço, como a Embratel, a NET e a GVT, segundo o estudo. “É verdade que as concessionárias do serviço local (incluindo neste caso, a CTBC e Sercomtel) ainda detêm quase 90% do total de 39,4 milhões de terminais fixos em serviço no País, o que se explica pelo simples fato de que essas operadoras estão há muito mais tempo no mercado que as entrantes”.

O levantamento mostra que até 2004 as gigantes do setor conquistavam mais clientes que as novas concorrentes, mas esse quadro foi revertido a partir de 2005. A base de clientes das concessionárias encolheu em 436 mil usuários em 2005, 1,8 milhão em 2006 e em 693 mil em 2007. Na direção contrária, a base de usuários das empresas entrantes apresentou elevações para estes anos, nesta mesma ordem, de 630 mil, 850 mil e 1,2 milhão de novos usuários.

“Uma evidência adicional do aumento da contestação do serviço fixo é a recente iniciativa de parte das operadoras de celular de também oferecerem serviços de telefone fixo baseados em suas redes móveis. Através desta nova modalidade, o usuário pode dispor dos serviços fixo e móvel por meio de um só aparelho, sendo que, para cada serviço, o telefone possui um número diferente”.

Fonte: folhaonline

folhaonline

Published August 14th, 2008

iPhone 3G é homologado para venda no Brasil

Em documento emitido na terça-feira (12/08), a Anatel informa que o aparelho obteve certificado do Instituto Brasileiro de Certificação e já pode ser comercializado

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) homologou na terça-feira (12/08) o iPhone, da Apple, para comercialização no Brasil.

No documento, a agência informa que o aparelho obteve o certificado de conformidade emitido pelo Instituto Brasileiro de Certificação e poderá operar nas tecnologias GSM, WCDMA, HSDPA, GPRS e EDGE.

A Anatel informa ainda que o fornecedor do produto no Brasil deverá providenciar a identificação do produto homologado antes de distribuir no mercado. O pedido de homologação foi feito pela Apple Computer do Brasil e a fabricação é feita na localidade chinesa de Shenzhen.

Também foram emitidos na terça-feira os certificados que homologam as baterias, fabricadas pela Sony e pela Samsung, e o carregador do iPhone 3G, produzido pela Flextronics, indispensáveis para a comercialização do aparelho.

As operadoras Claro, TIM e Vivo já manifestaram interesse em distribuir o iPhone, assim como a Oi, que informou que também pretende entrar na briga para vender o aparelho desbloqueado.

Procurada pela reportagem de EXAME, a Claro informou que vai divulgar os prazos após definições com a Apple. A TIM informou que está finalizando as negociações para comercializar o aparelho. A Vivo e a Oi também não se pronunciaram sobre o assunto.

Cronograma de lançamento

No dia 22 de agosto, a Apple deverá lançar o iPhone em mais 20 países, e incluiu a América Latina na lista - Argentina, Chile, Colômbia, Equador, El Salvador, Guatemala, Peru e Uruguai. No entanto, até então, o Brasil havia ficado de fora do cronograma. Agora com a homologação, o sinal verde foi dado para o lançamento no país, embora o prazo esteja curto para que a data seja cumprida também por aqui. Procurada, a Apple Brasil disse não ter informações oficiais por enquanto.

Entre os outros países que devem receber o iPhone na próxima semana estão Índia, República Tcheca, Estônia Polônia, Romênia, Filipinas e Hungria.

Fonte: portalexame

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Published July 28th, 2008

Ganhe prêmios escrevendo notícias, dicas e artigos sobre VoIP, Asterisk ou Convergência de Redes

O Portal VoIPCenter está premiando as pessoas que escreverem qualquer notícia, dica ou artigo relacionados a VoIP, Asterisk ou Convergência de Redes.

Pode ser qualquer assunto, como por exemplo: dicas de configuração de equipamentos VoIP, artigo sobre codecs, protocolos VoIP, sinalização SIP, QoS em redes VoIP, requisitos para VoIP, mercado VoIP, VoIP móvel, segurança VoIP, regulamentação, ENUM, casos de sucesso, exemplos de utilização de Asterisk, integração Asterisk + OpenSER, Asterisk embarcado, TV Digital, interatividade com o Ginga, recursos da Web 2.0, portabilidade numérica, novos serviços em Redes Convergentes, comunicações unificadas, WiMAX, 3G, LTE; qualquer notícia, dica ou artigo relacionada a estes assuntos.

O trabalho deve ser original (não pode ser cópia de nenhuma fonte) e o ideal é que tenha no máximo uma página.

Premiação

Os melhores trabalhos apresentados serão publicados na Revista VoIPCenter, que será distribuída gratuitamente durante o III Encontro VoIPCenter. Além da publicação, os três primeiros lugares recebem uma premiação conforme a descrição abaixo:

1o. lugar - 1 Sipura 2100 + R$ 100,00 em créditos VoIP da LigVoIP + entrada para 3 dias do Congresso VoIPCenter
20. lugar - 1 HandyTone 486 + R$ 50,00 em créditos VoIP da LigVoIP + entrada para 2 dias do Congresso VoIPCenter
30. lugar - 1 HandyTone 286 + R$ 30,00 em créditos VoIP da LigVoIP + entrada para 1 dia do Congresso VoIPCenter

Além disso serão sorteados mais 3 prêmios entre todos os participantes:
- 1 HandyTone 486 + R$ 50,00 em créditos VoIP da LigVoIP
- 1 entrada para os 3 dias do Congresso VoIPCenter
- 1 entrada para os 4 Tutoriais do Encontro VoIPCenter

Para os sorteios, quanto maior a quantidade de trabalhos apresentados, maiores serão as chances de ganhar um dos prêmios.

A data limite para entrega dos trabalhos é 01/08/08 e a premiação e os sorteios serão divulgados nos Portais VoIPCenter e Asterisk on Line no dia 08/08/08.

Participando, além de concorrer a estes prêmios, você também estará contribuindo para a Comunidade, além de divulgar o seu trabalho, pois todos os trabalhos serão publicados no Portal VoIPCenter (www.voipcenter.com.br), Asterisk on Line (www.asteriskonline.com.br) ou no UniversoTI (www.universoti.com.br), além de que os melhores trabalhos serão publicados na Revista VoIPCenter, que será distribuída durante o III Encontro VoIPCenter - 2008 (www.encontrovoipcenter.com.br), que será realizado em São Paulo, nos dias 20 a 23 de agosto.

Todos os trabalhos devem ser enviados para o email “amsato em innovus . com . br“. com o Título: Trabalho para o III Encontro VoIPCenter.

Published July 28th, 2008

SOA chega a maioridade

A adoção de SOA (Arquitetura Orientada a Serviços) atinge níveis de maturidade no Brasil e várias empresas já se habilitam, com visão de processos, para alcançarem liderança em competitividade nos segmentos de negócios onde atuam. É o caso, por exemplo, do Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul), presente em 79,6% dos municípios gaúchos, com mais de mil pontos de atendimento, três milhões de clientes e um patrimônio líquido de 2,94 bilhões de reais. Em 2005, o Banrisul decidiu criar um framework próprio de desenvolvimento orientado a serviços, baseado em forte metodologia de desenvolvimento, utilizando padrões de mercado, e hoje exibe ganhos consideráveis - em termos de gestão e alinhamento da TI (Tecnologia da Informação) ao negócio e crescimento da concessão de crédito.

“A carteira de crédito do banco mais do que dobrou e atingiu R$ 9 bilhões em 2007″, afirma Rubens Salvador Bordini, vice-presidente e responsável pela diretoria de Gestão da Informação. “O Banrisul avançou muito e está firme no mercado financeiro em função de ter adotado um sistema que lhe dá agilidade, transparência e segurança para transformar negócios”, avalia.

Para algumas empresas, a opção por SOA não é puro modismo. “É uma questão de sobrevivência, vital para ancorar a trajetória de crescimento”, concorda Tereza Sachetta, diretora corporativa de TI do grupo Fleury Medicina e Saúde, que atua em cinco estados brasileiros, com 130 unidades de atendimento, quatro mil funcionários e faturamento, em 2006, de R$ 520,5 milhões. “Há dois anos, nós operávamos com total falta de visibilidade, custo elevado do ambiente legado e falta de visibilidade. Se não fizéssemos nada, haveria entropia de governança”, contou ela durante a apresentação do projeto “Educação: Reconstrução da Vanguarda” no 3º Fórum SOA, promovido pela revista TI INSIDE, em São Paulo.

A implementação da nova arquitetura no grupo Fleury começou a ser feita a partir do ano passado, utilizando ferramentas de software da BEA, empresa recentemente incorporada pela Oracle. “Inicialmente fizemos um piloto na área de cadastro de clientes e de médicos, para acesso via Internet. Depois, criamos um programa para implementação de SOA de forma prioritária, por fases, e voltado a processos de governança. Podemos dizer, desde já, que ganhamos agilidade e flexibilidade para sustentar o crescimento do grupo Fleury e nos anteciparmos aos desejos dos clientes”, diz Tereza.

Escalada de implementações

Acreditar que quem adota SOA tem o dobro de chance de se tornar líder na indústria em 2010 não é uma proposição isolada de empresas como o Banrisul ou o grupo Fleury. Pelo menos 40% das empresas brasileiras já desenvolvem iniciativas utilizando a nova arquitetura orientada a serviços, informa Waldir Arevolo, consultor da TGT Consult, com longa experiência na execução de projetos na América Latina. Na verdade, é uma tendência mundial. Segundo a Research and Markets, as receitas provenientes dos investimentos das empresas com SOA alcançaram US$ 2 bilhões em 2007, e devem atingir algo próximo a US$ 9,1 bilhões em 2014.

Cezar Taurion, gerente de novas tecnologias aplicadas da IBM Brasil, vai mais longe. Ele acredita que a combinação de SOA e a tecnologia web 2.0 representa um dos segmentos de mais rápido crescimento da indústria de TI. “Com o mercado mundial para SOA, serviços web e web 2.0, as previsões são de que os negócios cheguem a US$ 142 bilhões em 2011″, diz ele.

Os atrativos realmente são fortes. Célia Barbieri, gerente sênior da BearingPoint, diz que as maiores vantagens são do ponto de vista de aumento de competitividade. “Além de maior qualidade para atender clientes, ganhos de time to market e redução de custo operacional, as empresas que estão adotando SOA obtêm mais flexibilidade e agilidade, inclusive, no processo de desenvolvimento de sistemas”, indica. Esse interesse está demonstrado, indica ela, na pesquisa InfoWorld 2007, segundo a qual 42% de um total de mil empresas, entre as quais estão as 500 Maiores da Fortune, relatam que estão planejando ou desenvolvendo projetos pilotos com SOA.

Desafios a serem vencidos

No Brasil, a situação não é muito diferente, embora as implementações estejam apenas começando. Mas existem muitos desafios a serem superados. Para Waldir Arevolo, consultor da TGT Consult, para que um projeto de SOA seja bem-sucedido, antes de tudo, é preciso que as empresas respondam adequadamente perguntas sobre critérios de negócios (como estão os negócios, se os clientes estão satisfeitos, se os objetivos são atingidos), sobre processos de negócios (onde estão os processos) e sobre a infra-estrutura de TI (onde estão os serviços). Arevolo recomenda ainda, como fatores de sucesso, a divulgação correta dos benefícios e limitações de SOA, o respeito às diferenças entre os objetivos táticos em projetos pontuais e os planos corporativos estratégicos e, principalmente, a criação de um centro de competência em informação, como a “torre de controle” das iniciativas relacionadas a SOA.

Enfim, é preciso que a organização esteja madura em algumas áreas específicas para usufruir bem dos benefícios que SOA proporciona. Segundo Márcio Gonçalves, gerente sênior da PriceWaterhouseCoopers, atingir o estado de agilidade empresarial é um processo que requer paciência e capacidade de adaptação na orientação a serviços, sem desprezar os níveis de maturidade em que a organização e TI se encontram. “As respostas provavelmente não estarão previamente disponíveis para todas as possíveis questões gerenciais, mas é importante que os princípios SOA estejam claros e acordados não somente para o momento atual, mas também na visão futura”, explica Gonçalves.

Fonte: tiinside

Published July 25th, 2008

Receita com transmissão de dados móveis pode superar US$200 bi

As receitas globais de serviços de dados pelo celular poderão superar 200 bilhões de dólares este ano, acima dos 157 bilhões de dólares gerados em 2007, comandadas pela expansão de redes avançadas e pela popularidade de dispositivos com navegador à Internet, como o iPhone da Apple.

A receita com dados pelo celular no primeiro trimestre deste ano cresceu 43 por cento, para 49 bilhões de dólares, divulgou nesta quarta-feira a empresa britânica de pesquisas Informa Telecoms & Media.

A operadora japonesa NTT DoCoMo foi a companhia que gerou a maior fatia dessa receita global, com 3,6 bilhões de dólares.

A NTT superou o volume gerado pela China Mobile, maior operadora mundial de celulares em número de clientes, que faturou 3,5 bilhões de dólares com serviços que não envolvem voz.

As operadoras de telefonia estão ansiosas por elevar a receita de dados, à medida que seu negócio tradicional de voz está em declínio, graças ao aumento do uso de telefonia pelo protocolo IP e às políticas de preços praticadas.

A Informa disse que as operadoras conseguem hoje um quinto de sua receita total com a transmissão de dados, como as mensagens de texto (SMS).

A Smart Communications, das Filipinas, foi a única operadora que gerou a maior parte de sua receita com outros serviços que não a voz, graças à popularidade do SMS naquele país.

A região Ásia-Pacífico como um todo gerou 40 por cento de toda a receita de transmissão de dados do primeiro trimestre, segundo a Informa.

Fonte: reuters

Published July 23rd, 2008

PABX IP Enabled atrasa telefonia IP

Segundo análise do IDC o PABX IP Enabled, sistema típico do Brasil, tem suas vantagens porém dificulta o processo de migração para o IP puro e impede que as empresas brasileiras utilizem a comunicação unificada.

A afirmação faz parte do estudo TDM IP Inventory and Migration 2008 escrito por Vinícius Caetano. O texto explica que o alto valor do terminal ainda é o principal motivo de impedimento da migração.

“A tendência, num prazo mais longo, é que as empresas brasileiras percebam que para se manter competitivas terão que se render ao valor do IP, aliando a redução das contas telefônicas com a produtividade e a colaboração propiciadas pelas comunicações unificadas”, analisa Caetano.

Fonte: baguete

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Published July 21st, 2008

Brasil é um dos mais atrasados em IP, diz IDC

O Brasil está ficando para trás quando o assunto é a implantação total da telefonia IP (por protocolo de Internet). A conclusão é da consultoria IDC Brasil, que avaliou a tendência no restante do mundo - onde a maioria das grandes empresas migraram seus sistemas do PABX TDM para o digital e, agora, para o IP. Enquanto isso, no Brasil utiliza-se uma tecnologia intermediária, o IP Enabled.

“O PABX IP Enabled tem suas vantagens, pois além de reduzir custos de telefonia é um sistema mais barato e fácil de implementar”, observa o analista de telecom da IDC Brasil, Vinícius Caetano. “Mas é fato que esse desvio de caminho torna o processo de migração para o IP puro mais lento e mais custoso, e impede que as empresas brasileiras desfrutem dos benefícios das comunicações unificadas”, diz.

O alto custo de instalação do terminal, em média de US$ 200, é listado como o impedimento à mudança nos sistemas. Outro fator é que o IP Enabled atende às necessidades das empresas, que apenas querem reduzir os custos. A tecnologia é comum no Brasil, onde há fabricantes voltados para esse mercado. O IDC Brasil diz que no México, por exemplo, onde não há fabricantes desse tipo, a migração foi diretamente do padrão TDM para o IP - sem intermediários.

O IDC diz que existem 800 mil ramais IP no Brasil, atualmente. Enquanto isso, a quantidade de ramais TDM é dezenas de vezes maior, o que torna o País um dos mais atrasados da América Latina. “Mas, a tendência, num prazo mais longo, é que as empresas brasileiras percebam que para se manter competitivas terão que se render ao valor do IP, aliando a redução das contas telefônicas com a produtividade e a colaboração propiciadas pelas comunicações unificadas”, conclui Caetano.

Fonte: b2b

Published July 18th, 2008

Cisco, Avaya, Nortel e Siemens lideram mercado de IP PBX, diz IDC

O lançamento dos sistemas da Microsoft e da IBM, não teve grandes impactos no mercado que totalizou vendas de 30,9 milhões de dólares em 2007.

Apesar do aumento da discussão em torno dos sistemas de comunicação unificada (UC) da Microsoft e da IBM, as ferramentas dessas empresas tiveram um impacto mínimo no crescimento das linhas de telefonia IP, que tiveram vendas registradas de 30,9 milhões de dólares em 2007, de acordo com novo estudo da consultoria IDC.

“Até o final de 2007, a Microsoft e a IBM venderam suas primeiras versões de sistemas de comunicações. Então, os fornecedores de telefonia IP não tiveram mais que especular sobre quais seriam os efeitos nos ambientes colaborativos baseados em desktop com IP”, afirma Nora Freedman, analista sênior da área de Enterprise Networks no IDC.

Cisco, Avaya, Nortel e Siemens foram os fornecedores líderes no mercado global de IP PBX baseado nos resultados da receita com usuários finais em 2007, de acordo com o IDC. No mercado de PBX, a Cisco foi a companhia que mais ganhou participação de mercado, enquanto a Alcatel-Lucent perdeu a parcela mais significativa em relação a 2006. Os outros fornecedores de IP PBX tiveram mudanças pequenas em sua participação de mercado ano após ano.

Para telefones IP, a Cisco manteve sua dominação no mercado como o fornecedor líder tanto em hardware (telefones IP em desktop) quanto na receita com usuários finais. Como visto no mercado de IP PBX, a Alcatel-Lucent encenou o pior declínio em participação de mercado ano sobre ano, baseado na receita com usuários finais para telefones IP.

A pesquisa do IDC revela ainda que algumas ameaças potenciais para o mercado de IP PBX incluem ambientes de desktops colaborativos, IP PBX de padrão aberto e hospedagem de serviços de VoIP. Os sistemas de mobilidade de comunicações unificadas são a principal ameaça aos telefones desktop IP.

O IDC acredita que vai ser crucial para os fornecedores IP PBX solidificar suas relações com a Microsoft e a IBM, colocando mais ênfase em habilidades de comunicações e sistemas, assim como a construção nos ecossistemas ISVs para ajudar os desenvolvedores de software para construir aplicações em plataformas de telefonia.

Para os fornecedores de telefones IP, o IDC afirma que será importante perceber como a adoção dos clientes de software de comunicações unificadas podem diminuir a importância dos telefones desktop. Além disso, a consultoria recomenda que examinem como os fornecedores de telefones IP podem incorporar vídeo em conferências e ou fazer a integração com sistemas de telepresença.

Fonte: computerworld

Published July 14th, 2008

Aspect Software compra empresa de tecnologia IP

A Aspect Software, desenvolvedora de soluções de comunicação unificada para contact centers, anunciou nesta quinta-feira (10/7) a compra da BlueNote Networks, que fabrica uma plataforma de telefonia IP, que roda em hardware padrão e software aberto, em um modelo distribuído. Os detalhes financeiros da transação não foram divulgados.

Com a aquisição, a Aspect Software espera reforçar a sua linha de software para processos comerciais de comunicação (CEBP) e ampliar seus serviços de voz, vídeo e outros serviços de comunicação interativa baseados em protocolo de iniciação de sessão (SIP) para usuários corporativos. O Gartner define CEBP como sendo a capacidade de ativar “funções de comunicação integrada, de modo direto e hermético, com sistemas e aplicativos da tecnologia da informação, que podem ser usadas pelas pessoas a qualquer momento”.

“A adição da propriedade intelectual da BlueNote Networks permitirá à Aspect aperfeiçoar ainda mais o modo como seus clientes implantam a comunicação unificada em suas estratégias de contact center, quer para serviços, vendas ou cobranças”, afirmou Jim Foy, diretor-presidente da Aspect Software. “Eles poderão, de modo uniforme, ativar a comunicação em seus processos e tornar essas capacidades interativas de multicanal facilmente disponíveis aos atendentes de contact centers, bem como aos especialistas, a fim de ajudar as empresas a aprimorar a experiência de comunicação com o cliente, aumentar as taxas de resolução na primeira chamada e melhorar sua produtividade geral”, assegurou.

Fonte: tiinside

Published July 9th, 2008

IDC: Operadoras móveis têm 49% das receitas do mercado

A consultoria IDC divulgou os resultados do Brazil Telecom Services Database 2008 e destacou a queda das operadoras fixas que seguem perdendo espaço para as operadoras móveis na disputa pelo orçamento dos consumidores.

Em 2007, as receitas das concessionárias de telefonia fixa com o serviço de voz continuaram em queda. Durante o mesmo período, entretanto, o faturamento das operadoras móveis com serviços de voz cresceu mais de 20%. No total, as pperadoras móveis já representam 49% das receitas do setor.

Não bastasse a disputa com as operadoras móveis, as concessionárias também concorrem com os provedores VoIP. Em 2007, o faturamento do segmento de serviços de voz sobre IP no Brasil cresceu cerca de 60%.

No segmento de banda larga, as operadoras fixas ainda estão bem. Em 2007, o faturamento total desse mercado cresceu mais de 30%. Apesar da aposta na expansão da banda larga como meio de compensar a redução no negócio tradicional de telefonia fixa, no ano passado, as receitas de banda larga representavam apenas 9% das receitas totais de telefonia fixa do setor. No entanto, segundo o IDC, até 2012 esse número deverá subir para 16%.

Fonte: decisionreport

Published July 7th, 2008

Spam utiliza iPhone 3G para espalhar trojan

Uma campanha de e-mail malicioso do tipo spam, com informações a respeito do lançamento do novo iPhone 3G, está atingindo a América Latina.

O spam utiliza uma tática de engenharia social com base nas notícias de lançamento no iPhone 3G para atrair os usuários. Após clicar nos links do email, o usuário dispara o download de um arquivo do tipo Trojan (cavalo-de-tróia), com o nome de presentacion.mov.exe.

Spams são emails disparados em séries com conteúdo malicioso ou marketing. Trojans –ou cavalos de Tróia– são arquivos que uma vez instalados no computador abrem as portas para possíveis invasores ou roubo de dados ou senhas.

Fonte: folhaonline

Published July 2nd, 2008

Dez anos depois, telefone perde limites geográficos

A distinção entre telefone fixo e móvel será cada vez mais tênue. Conteúdos como notícias, emails e vídeos poderão chegar na mão do cliente através de qualquer aparelho, sem restrição geográfica, sem limitação de cabos e a um preço cada vez menor, de acordo com o volume de serviços contratado.

O panorama descrito é o que se pode esperar dos próximos 10 anos da telefonia no Brasil, segundo executivos e especialistas ouvidos pela Reuters. Dez anos após a privatização das telecomunicações no país, a convergência de plataformas e a consolidação das empresas cria expectativa de que um número crescente de serviços chegará ao consumidor por preços cada vez mais baixos e através do aparelho que ele quiser, onde estiver.

As concessionárias que assumiram as três grandes regiões em que o Brasil foi dividido por ocasião da privatização da telefonia fixa em 1998 –Telefônica, Oi e Brasil Telecom — dominam ainda mais de 95 por cento do mercado em suas respectivas regiões, como mostram pesquisas, diferente da expectativa da privatização sobre criação de competição no setor.

Na opinião do primeiro presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Renato Guerreiro, entretanto, “a convergência das plataformas fará com que o tempo equacione essa questão”, já que ele acredita que telefonia não terá mais a distinção entre fixa e móvel no futuro.

A integração de tecnologias também é citada pelo presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco. “O futuro, que já começou, é a integração dos serviços em uma só plataforma”, disse em entrevista à Reuters.

Falco lembra que hoje muitas pessoas já dispõem de telefone e email no mesmo dispositivo. A distribuição de serviços e conteúdos através de qualquer tipo de aparelho, em qualquer lugar, “vai mudar os hábitos das pessoas e até melhorar o trânsito”, afirmou o executivo referindo-se à redução de necessidades de deslocamentos gerada pela transferência de dados.

Na Oi, por exemplo, hoje algo como 20 por cento da base de clientes utiliza mais de um serviço. A oferta compartilhada começou há dois anos. Falco arrisca dizer que em 10 anos, “provavelmente 70 por cento da base já utilize” os serviços de forma integrada.

PORTABILIDADE E CONCORRÊNCIA

O recurso da portabilidade numérica, que permite a um assinante mudar de operadora (celular ou fixa) sem alterar seu número antigo de telefone, pode ajudar a estimular a competição.

O calendário previsto pela Anatel prevê que os primeiros testes com a portabilidade comecem a ser feitos em agosto deste ano. A implantação será gradual e atingirá todo o Brasil a partir de março de 2009.

O fato do Brasil ter hoje um número de celulares três vezes maior que o de linhas fixas é um efeito da competição, que na fixa inexiste, segundo afirma o presidente da Claro, João Cox.

Porém, críticas não falta à organização de longo do prazo da indústria no país. Guerreiro, afirma que “o setor está à deriva, ninguém sabe para onde vai daqui a 10 anos”, afirmou.

Ele lembra que as regras estabelecidas em 1998 previam uma reavaliação do modelo cinco anos depois, ou em 2003, o que não aconteceu. “Quais são as políticas públicas que o governo quer para o país?”, questiona. A situação, na avaliação dele, “gera certa insegurança para os investidores” e cria um cenário “absolutamente duvidoso”.

O ex-ministro interino das Comunicações e sócio da Orion Consultores Associados, Juarez Quadros, afirma que o país tem de avançar na atualização regulatória. “O ambiente regulatório está sempre a reboque do ambiente tecnológico. A Anatel precisa se antecipar às demandas tecnológicas”, afirmou.

O atropelo das regras pela tecnologia gera situações como a tentativa de compra da Brasil Telecom pela Oi, que não pode ser concretizada sem alterações de normas criadas 10 anos atrás. O negócio pode chegar a até 12,3 bilhões de reais e entre as justificativas estão convergência de tecnologias e ganhos de escala. A Anatel está avaliando as mudanças e pode atualizar o quadro regulatório ainda este ano.

Fonte: abril