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Archive for the ‘TV Digital’


Published February 4th, 2009

Telefônica quer que 2,5 GHz fique como está

O presidente da Telefônica, Antônio Carlos Valente, defendeu nesta segunda-feira, 3, a tese de que a faixa de 2,5 GHz seja explorada pelos serviços de MMDS por meio da tecnologia WiMAX, ou seja, que a destinação dessas frequências permaneça como está. A Anatel estuda a possibilidade de colocar o SMP como prioritário na faixa, em detrimento do MMDS. Para Valente, não faz sentido reservar uma faixa para a prestação de serviços móveis que sequer estão disponíveis no mercado. “A destinação tem que ser a que é melhor para o mercado agora. No futuro, que se reavalie se for o caso”. Ele defendeu ainda o tamanho do espectro reservado às licenças de MMDS, de 190 MHz. “Não podemos nos esquecer que com a introdução de canais em alta definição, é necessário mais espectro para o serviço”.

Dono do MMDS adquirido da TVA, o Grupo Telefônica seria um dos grandes afetados pela mudança de destinação, apesar de a empresa ser também acionista relevante (50%) da Vivo, ao lado da Portugal Telecom. Assim, apesar dos benefícios para a Vivo que a mudança trará, a Telefônica fechou posição em defesa de suas operações de MMDS, por meio da TVA, focados na oferta de serviços de banda larga via WiMax.

Para isso, a Telefônica ainda tem um outro obstáculo antes mesmo da confirmação do projeto da Anatel para o futuro da faixa de 2,5 GHz. Está prevista na pauta do Conselho Diretor da Anatel a discussão da medida informal tomada pela agência no ano passado suspendendo a homologação e certificação de equipamentos WiMax usados na faixa de 2,5 GHz. A Telefônica chegou a encaminhar uma carta à Anatel pedindo a retomada da emissão dos certificados, alegando que a decisão criava problemas ao seu projeto de investimentos em banda larga.

Como a expectativa é que a agência reverta a ordem dada à área técnica, Valente preferiu não entrar em atrito com o órgão regulador. “Falar dos males do passado não resolvem os problemas do setor”, afirmou o executivo, que não quis contabilizar o tamanho do prejuízo financeiro causado pela medida. Mesmo assim, Valente não nega que a decisão realmente foi problemática para a Telefônica. “Claramente houve um tipo de impacto com essa medida.”

Fonte: Teletime

Published February 3rd, 2009

Crise mundial não impedirá o crescimento da IPTV, diz consultoria

São Paulo, 2 de fevereiro de 2009 – A crise financeira mundial, que segue trazendo prejuízo para praticamente todas os setores da economia, não será capaz de parar o setor de IPTV (televisão pelo protocolo IP), afirmou nesta segunda-feira a In-Sat.

Até 2012, a previsão é de que o crescimento seja de mais de três vezes. Em regiões consideradas essenciais para o mercado, como Brasil, Coréia e Índia, mudanças regulatórias recentes deram às operadoras de telecom um grande impulso, avalia a consultoria.

“Um grande número de países, incluindo lugares variados como Montenegro, Jordânia e Gana, viu o lançamento das primeiras ofertas comerciais de IPTV no ano passado”, afirmou a analista Michelle Abraham, em comunicado oficial.

Nos próximos 4 anos, a base de assinantes de TV pela internet deve crescer para 71,6 milhões em nível mundial, enquanto a receita com serviços alcançaria US$ 26,6 bilhões.

Fonte: Wnews

Published February 3rd, 2009

RBS TV terá sinal digital nesta quinta em SC

Primeiro programa local transmitido na nova tecnologia será o Jornal do Almoço.

Pioneira na tecnologia da TV digital em Santa Catarina, a RBS TV começa a transmitir no novo padrão na noite da próxima quinta-feira. O ministro das Comunicações, Hélio Costa, acionará o comando para o início da nova era na sala de monitoração da emissora, no Morro da Cruz, na Capital, em cerimônia que começa às 19h. Mais cedo, às 17h30min, é assinada a outorga do termo de consignação do canal digital para a RBS TV na Assembléia Legislativa do Estado.

O sinal digitalizado proporciona qualidade de imagem e de som muito superior ao padrão atual. Na quinta-feira, a novela Caminho das Índias já será transmitida em alta definição.

Na sexta-feira, a RBS TV transmite uma edição especial do Jornal do Almoço, o primeiro programa local em alta definição, uma das vantagens do padrão digital.

— O JA propõe um grande passeio por Santa Catarina para mostrar, com uma qualidade nunca vista, as belezas, a história, as tradições e a cultura de cada região — antecipa o chefe de redação e coordenador geral do JA Digital, Anselmo Prada.

Reportagens, imagens aéreas e submarinas fazem parte desta edição pioneira, planejada também pelo diretor de jornalismo da RBS TV SC, Claiton Selistre, o gerente de Tecnologia e Operações da emissora, Romeiro Rosa, o coordenador geral do JA, Aurélio Espíndola, e a editora-chefe do Jornal do Almoço, Lisandra Nienkoetter.

Abrangência do sinal digital é a mesma do analógico

A área de abrangência do sinal digital é o mesmo do analógico (que permanecerá pelo canal 12), cobrindo a Grande Florianópolis. Como as transmissões no novo formato ocuparão a faixa UHF, a programação da RBS TV Florianópolis estará no canal 33. Para ter certeza da qualidade da recepção em casa, o indicado é usar antena externa.

Uma dica é conferir como é recebida a imagem da TVCOM, captada em UHF pelo canal 36 (não a imagem recebida pela Net). O cronograma de implantação prevê a chegada gradativa da nova tecnologia às demais emissoras da RBS TV no Estado.

Mais informações sobre a chegada da TV Digital na RBS TV podem ser acessadas no site especial.

Fonte: Clicrbs

Published February 2nd, 2009

TV digital: fique atento ao trocar de aparelho

No próximo dia 9 os capixabas começam a assistir TV com sinal digital. Os beneficiados serão moradores da região metropolitana da Grande Vitória, que poderão assistir à programação com um padrão superior em qualidade de imagem e de som. Mas, antes de pensar em trocar de televisor, é importante que o consumidor fique atento as novidades.

Para as televisões convecionais será necessário comprar um conversor para receber o sinal digital. As TVs mais modernas, com tecnologia Full HD, já possuem um conversor instalado internamente. Quem ainda não dispõe desse equipamento deve adquirir um. Quem não possuir uma TV com esse padrão poderá adquirir um decodificador digital (set-top box), e instalar uma antena UHF, interna ou externa.

O conversor é vendido a preços entre R$ 250,00 a R$700,00. “O preço varia de acordo com a marca e o modelo. Além de converter o sinal digital, o conversor vai poder gravar os programas. Vou poder assistir a seis canais diferentes, ou vários programas em um mesmo canal”, explica o doutor em Comunicação e Cultura, professor Fábio Malini.

Além da imagem e som com mais qualidade, a TV digital promete ser interativa. Segundo Malini, a interatividade, a conectividade e a convergência são as principais características da nova forma de assistir televisão. “A interatividade permite que você converse com a programação. Responda a perguntas e enquetes em tempo real, por exemplo. A conectividade é que você poderá comprar coisas pela TV, mudar ângulos e se conectar a internet. E a convergência permite que você assista TV pela internet ou no celular de qualquer lugar e a qualquer hora”, diz.

A interatividade será possível através da instalação de um software chamado ginga, que virá instalado nos conversores vendidos a partir de dezembro. Até lá, não haverá possibilidade de interação com a programação. “Vale a pena trocar de TV apenas se a imagem em casa é muito ruim. Nesse caso, com um televisor mais moderno, a imagem vai ficar melhor. Mas, para aqueles que podem esperar, o conversor com o ginga será vendido em dezembro”.

O que muda com o sinal digital

- Melhora o padrão de imagem, com o fim dos fantasmas e de chuviscos na tela

- Quem tiver um aparelho portátil ou um celular com TV preparado para receber o sinal digital  poderá assistir à programação da TV Gazeta em qualquer lugar

- Dependendo da localização do imóvel, a antena na faixa UHF deverá ficar em área interna ou externa

- Já há equipamentos de TV, no mercado, que possuem o conversor integrado. O mais indicado é um monitor de Full HD, com alta definição. Mas é preciso estar atento à resolução. Para ter a capacidade de reproduzir com toda a qualidade, é preciso ter resolução de 1.080 linhas, sendo que, cada uma delas, com uma resolução de 1.920 pixels

- Quem não tem condições de adquirir um televisor novo ou um conversor para o atualmente utilizado não precisa se preocupar. A transmissão analógica no Brasil só deve deixar de existir em 2016.

Fonte: Gazetaonline

Published February 2nd, 2009

Senado americano aprova adiamento do prazo para TV Digital

O Senado dos Estados Unidos aprovou, na quinta-feira (29/01), o adiamento do final do prazo para transição da TV analógica para o padrão digital.

A nova data (12 de junho) foi estabelecida levando-se em conta que muitas pessoas pobres, idosas ou que moram em regiões rurais não têm recursos técnicos para a mudança, que que estava prevista para terminar em 17 de fevereiro. A medida tem o apoio do presidente dos EUA, Barack Obama.

De acordo com números da consultoria Nielsen, cerca de 6,5 milhões de famílias americanas poderiam ficar de fora das transmissões digitais.

No início da semana, um outro projeto já previa o adiamento, mas ele não obteve aprovação dos deputados. Caso seja sancionado desta vez, ele seguirá para a apreciação do presidente Obama.

Fonte: Wnews

Published February 2nd, 2009

Abril quer fazer multiprogramação

A Abril está transmitindo o canal Ideal em sua frequência do serviço especial de TV por assinatura (TVA) em São Paulo, no canal 31 UHF. Trata-se apenas de um teste, diz André Mantovani, diretor de canais do grupo Abril, destacando que o sinal fica aberto apenas durante parte do dia. Contudo, o executivo acredita que o canal tenha potencial para ser transmitido em TV aberta em algumas cidades grandes, incluindo São Paulo. Para isso, é categórico: “quero fazer multiprogramação”. Mantovani diz que a questão vai muito além do canal Ideal. “Todo canal que tenha potencial para isso pode ser levado para a TV aberta”, diz. Vale lembrar, a Abril planeja lançar pelo menos três novos canais em 2009.

“A multiprogramação é o verdadeiro potencial da TV digital, não há mais nada nela que valha a pena ser explorado”, diz. Mesmo a interatividade, para ele, não é um recurso tão valioso. “Está claro que a interatividade deve acontecer através da Internet, e não com os recursos da TV digital”, diz, lembrando que já existem TVs com acesso à Internet por wi-fi. “A alma da TV é analógica”, finaliza.

TV por assinatura

Questionado sobre como ficaria a estratégia da Abril em relação à TV por assinatura, Mantovani diz que uma plataforma não exclui a outra. “Não poderia cobrar pelo sinal dos canais nas cidades onde eles estão abertos, mas posso vendê-los para as operadoras em outras praças”.

A multiprogramação trará à tona outro tema que, por enquanto, não está em discussão entre operadores e radiodifusores: o must carry. Como a Lei do Cabo é anterior à TV digital, ela diz apenas que o operador fica obrigado a carregar o sinal das geradoras locais. Contudo, não especifica se apenas o canal principal ou todos os canais, no caso de multiprogramação digital. “É um ponto nebuloso. Quando lançarmos (a multiprogramação) vamos ter que conversar”, diz. Fernando Lauterjung

Fonte: Telaviva

Published January 30th, 2009

Cresce venda de TVs digitais para mudança nos EUA

Jerry Follansbee estava verificando os novos televisores digitais em uma unidade da rede de varejo Best Buy em um subúrbio de Denver, na quinta-feira. Tinha prometido um aparelho para sua filha em tempo para a iminente conversão da TV norte-americana ao sistema de transmissão digital.

“Eu estou bem informado sobre esse tipo de coisa, é meu hobby”, ele disse. “Mas minha filha tinha uma TV das antigas e não dispunha do cupom (do governo para adquirir um conversor), de modo que facilitei para ela e comprei um televisor digital de presente. Fiz a mesma coisa para minha outra filha no ano passado”.

Na Best Buy, havia pilhas de caixas de conversores à venda, ao lado de fileiras de TVs digitais. Os conversores custam US$ 49,99.

Com a conversão marcada para 17 de fevereiro, o gerente geral da loja, Jerome McKay, conta com um estoque de centenas de conversores para atender à demanda. Também tem centenas de TVs digitais, para as pessoas que desejem evitar o trabalho de usar os adaptadores e atualizar os aparelhos antigos.

“Tenho a sensação de que o movimento vai crescer de novo quando estivermos próximos do prazo”, ele disse. “Imagino que assim que as TVs deixarem de receber sinais, as pessoas correrão às lojas”.

Os televisores analógicos sem conexão a decodificadores de cabo ou satélite deixarão de receber sinais depois de 17 de fevereiro caso não disponham do conversor digital.

McKay espera ajudar o máximo possível de consumidores a não perder seu sinal de televisão. Na semana anterior à conversão, ele disse, a equipe da loja estará usando camisetas pretas e desligará periodicamente os televisores expostos na loja, para mostrar o efeito da perda do sinal.

Cerca de 9% dos 114 milhões de domicílios nos Estados Unidos serão afetados pela conversão do sistema analógico ao digital de TV, disse Megan Pollock, porta-voz da Consumer Electronics Association.

Das pessoas afetadas pelo problema que foram entrevistadas em pesquisas, 11% planejam comprar um novo televisor digital, 63% comprarão um conversor e 9% assinarão serviços de TV a cabo ou via satélite.

Desde que nasceu o programa de cupons da Administração Nacional da Telecomunicação e Informação, mais de 20 milhões de cupons de US$ 40 para subsidiar as conversões já foram utilizados. Os conversores permitem que televisores analógicos recebam sinais digitais.

“Vimos um aumento de 134% nas vendas de conversores, mês a mês (em termos de volume), desde que a Amazon.com começou a aceitar os cupons do governo para os conversores, em setembro passado”, diz Paul Ryder, vice-presidente de bens de consumo eletrônico na Amazon.

Matthew Martinez, vendedor da Best Buy, explica a diversos consumidores por hora como os conversores funcionam com antenas internas e externas, o que eles fazem com os sinais VHF e UHF, as diferenças entre transmissão analógica e digital e se um consumidor precisa de uma antena amplificada para acompanhar o aparelho.

“Não é difícil para os consumidores”, ele diz. “Queremos garantir que eles tenham tudo de que precisam para fazer a mudança”.

As vendas de TVs digitais também estão disparando, disse Pollock. No momento, 62% dos domicílios norte-americanos contam com ao menos um televisor digital, ante 50% no mesmo mês em 2008 e 33% em 2007.

Até agora, cerca de 10% a 20% dos consumidores que procuram a loja de McKay para se informar sobre a conversão vêm optando por adquirir novos televisores digitais, ele diz.

Tradução: Paulo Migliacci ME

Fonte: Tecnologia

Published January 26th, 2009

Indústria terá que ampliar fabricação de TV digital

O governo prepara novas medidas para acelerar a implementação da TV digital brasileira. Depois que os Ministérios do Desenvolvimento e da Ciência e Tecnologia estabeleceram cotas de fabricação de celulares para a recepção dos sinais digitais de TV, agora será a vez dos fabricantes de aparelhos de TV também terem novas regras de produção.

A proposta, que está sendo capitaneada pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, é para que os fabricantes passem a ter também cotas crescentes de produção de televisores com a recepção digital, até que toda a produção nacional de TV fique exclusivamente digital. Duas são as alternativas em estudo pelo governo, que serão apresentadas aos fabricantes, antes de lançadas à consulta pública.

Em troca dos incentivos fiscais da Zona Franca de Manaus, a indústria começaria a incorporar o setop box nos modelos de telas maiores. E seriam estabelecidos prazos para a incorporação das outras linhas de telas menores. Outra proposta em estudo seria a de apenas estabelecer um percentual anual de fabricação de aparelhos de TV digital deixando a critério da indústria a escolha dos modelos.

Nas duas propostas, porém, será definida uma data final de quando não poderá mais haver aparelhos de TV fabricados no Brasil sem a incorporação da recepção digital. E, segundo fontes do governo, essa data não deverá passar de 2014.

Fonte: Tele.Síntese

Published January 26th, 2009

TV digital enfrenta resistências até nos EUA

Felipe Zmoginski, de INFO Online

Após quatro anos de transmissões de TV digital em todo o país, os Estados Unidos não conseguem definir o fim da TV analógica.

Em 2005 quando a TV digital estreou naquele país, emissoras e governo concordaram em por um ponto final às transmissões analógicas em fevereiro de 2009. Agora que a data se aproxima, porém, há um debate para adiar a morte da TV analógica.

De acordo com um estudo da Nielsen, 6,5 milhões de americanos ainda não possuem conversor digital. Em geral, são pessoas pobres ou que pertencem a minorias étnicas.

O tema opõe democratas (favoráveis ao adiamento) e republicanos (contra a mudança nas regras) e será definido este mês em votação no Congresso.

NO Brasil, pouco mais de um ano após a estréia da TV digital, a tecnologia tem dificuldades para decolar. O Fórum Brasileiro da TV Digital, estima que 650 mil pessoas vejam o sinal digital no país. O número leva em conta a venda de conversores para TV, dispositivos portáveis e telas com conversor embutido.

O número é baixo ainda e a venda de set-top boxes é considerada decepcionante pelos integradores.

Fonte: Info

Published January 24th, 2009

As TVs na Campus Party

Por Bruno do Amaral

A Campus Party, que ocorre até o domingo (25) no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, não é só para geeks, gamers e nerds. Lá também é o espaço para empresas mostrarem novidades e tendências que poderão - ou não - virar tendência. Alguns já ao nosso alcance, outros nem tanto.

A Philips, em parceria com a Telefônica (dona do evento), está presente com a TV 3D experimental, sem a necessidade de óculos ou qualquer artifício externo. Não é tanta novidade, mas está ficando mais corriqueiro. Como precisa de um modelo de perspectiva 3D para renderizar o efeito, é necessária uma transmissão específica para poder ter a real sensação de profundidade. Ainda sem perspectiva de chegada ao Brasil.

Já a Telefônica está oferecendo já a programação da IPTV, a estrear em São Paulo no próximo mês (em bairros com a estrutura de fibra óptica). Entre as novidades, a “locadora virtual”, que oferece filmes por 48h ao preço de R$ 5,00 em média e uma futura possível parceria com alguns sites, como o YouTube, para poder acessá-los pela TV. Um sistema de rede social parecido com os Miis do Nintendo Wii também promete agradar brasileiros.

Entretanto, essa TV só funciona junto com o serviço Speedy, obrigando o consumidor a contratar o serviço também. E o aparelho codificador, assim como os atuais da Telefônica, só possui duas saídas de áudio. Ao menos os modelos mostrados no estande da Campus Party.

Já o Ginga, o sistema da tão prometida interatividade na TV digital brasileira baseado em código aberto, apareceu de forma tímida no estande do Dataprev da Previdência Social. Ainda estamos no aguardo para o real potencial da tecnologia, pois está demorando e empacando a HDTV ainda mais.

Esperamos ansiosos pelo aumento da oferta de serviços da TV, seja aberta ou fechada. Mas as tecnologias que chegam ao Brasil agora - ou ainda irão chegar, como o 3D - ainda precisam de um fôlego maior, mais opções e uma oferta mais em conta.

Fonte: Pcmag

Published January 24th, 2009

InterContinental Rio recebe o IPTV World Forum Latin America 2009

O Hotel InterContinental Rio recebe a terceira edição anual do IPTV World Forum Latin America 2009 nos dias 27 e 28 de janeiro. Durante a conferência, profissionais do setor de internet protocol television (IPTV) examinarão o papel da América Latina no crescimento mundial de usuários de IPTV, além de traçar um panorama da indústria e potenciais para o futuro. O público estimado nos dois dias de congresso é de aproximadamente 500 pessoas. As hospedagens referentes ao evento no InterContinental Rio totalizam cerca de 200 noites.

Com um dos maiores Centro de Convenções da hotelaria carioca, o InterContinental Rio possui 20 salas totalmente equipadas, localizadas no mesmo andar, com entrada independente e capacidade para atender até 3.200 pessoas e serviços especializados de banquetes.| www.iptv-latinamerica.com/

Perfil - O InterContinental Rio possui 418 apartamentos totalmente equipados, todos com varanda e vista para o mar, estacionamento, heliponto, piscina, academia de ginástica, sauna, duas quadras de tênis, salão de beleza, serviço na praia de São Conrado e transporte exclusivo por toda a orla e shoppings (em horários pré-estabelecidos). Dispõe de 20 salas para eventos com capacidade total para receber até 3200 pessoas. Informações e reservas, telefone: (21) 3323-2200, site: http://www.intercontinental.com/riodejaneiro

Fonte: Revistafator

Published January 21st, 2009

Telefônica lança IPTV nas próximas semanas

A Telefônica e a TVA devem lançar nas próximas semanas, comercialmente, seu serviço de TV paga por meio de uma plataforma IPTV e com conteúdo em alta definição.

O produto, que deverá ser batizado de TVXtrem, está em exposição durante o Campus Party, evento de internet que acontece esta semana em São Paulo e do qual a Telefônica é uma das apoiadoras.

Segundo apurou este noticiário, o lançamento está previsto para o começo de fevereiro. O produto oferecerá o serviço de TV por assinatura com canais lineares e vídeo sob demanda em alta definição sobre a rede de fibras ópticas, hoje disponível para cerca de 70 mil domicílios na cidade de São Paulo.

Alguns detalhes do serviço, que será complementado pelo acesso banda larga SpeedyXtrem (com velocidades de até 30 Mbps), já haviam sido anunciados pela empresa no final de 2008. Um dos planos anunciados pela Telefônica na ocasião era o de expandir a rede de fibras para 370 mil domicílios em oito cidades.

Fonte: Teletime

Published January 21st, 2009

TV Digital e Engenharia de Redes são temas de pós-graduação no Inatel

São Paulo – Instituto Nacional de Telecomunicações abre vagas para novas turmas de pós-graduação em São Paulo, Minas Gerais e Brasília.

O Instituto Nacional de Telecomunicações – Inatel abriu inscrições para seus cursos de pós-graduação lato sensu em diversas unidades. As especializações em Engenharia de Redes e Sistemas de Telecomunicações, TV Digital e IPTV e Engenharia Biomédica também abrem turmas em novas unidades, como Santa Rita do Sapucaí (MG) e Brasília (DF).

Em parceria com a Fundação Mineira de Educação e Cultura (Fumec), o Inatel passa a ministrar , em Belo Horizonte, o curso de pós-graduação lato sensu “TV Digital e IPTV”, que era oferecido apenas em São Paulo. O curso de especialização capacita os profissionais para o exercício das atividades de pesquisa e desenvolvimento tecnológico e científico na área de sistemas de TV digital e IPTV. Com duração de 360 horas, as aulas começam em março, são presenciais e quinzenais às sextas-feiras – das 19 às 23 horas – e aos sábados – das 8 às 12 horas e das 13h30 às 17h30 – ao custo mensal de 690 reais.

Outro curso que terá turmas novas é o de “Engenharia de Redes e Sistemas de Telecomunicações”. Antes oferecido somente em Campinas e em São Paulo, o curso agora chega a Brasília. O programa do curso oferece capacitação em operação, análise e projeto de sistemas de rádios digitais e de comunicação por satélite, sistemas de comunicações móveis e ópticas, redes de computadores em ambiente local, metropolitano e de longa distância, redes de acesso e transporte e sistemas de transmissão digital, com tecnologias relacionadas a ATM, VoIP, MPLS, Frame Relay, WLL, WDM, SDH, HDTV, GSM, CDMA e Sistemas de Comunicação Celular 2,5G e 3G, entre outras.

Destinado a engenheiros ou profissionais com outras formações da área de exatas, o curso tem o mesma estrutura de horários e aulas quinzenais e custa 690 reais em Campinas e São Paulo e 790 reais mensais na capital federal.

Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (35) 3471-9292 (Santa Rita do Sapucaí), (11) 4063-9273 (São Paulo), (19) 4062-9223 (Campinas), ou pelo e-mail pos@inatel.br .

Fonte: Idgnow

Published January 21st, 2009

IETV tem curso de TV e Novas Mídias

São Paulo – Curso de uma semana aborda produção para TV Digital, celular e internet.

Na semana de 26 a 30 de janeiro, das 19 às 22 hs, os alunos poderão conhecer mais sobre produção e comercialização para TV e Novas Mídias. Além de TV Digital, IPTV, e assuntos relacionados à TV, como interatividade e convergência das mídias, o curso vai abordar a linguagem publicitária para celular e internet, modelos de negócios para novas mídias e produção de conteúdo para portais de internet.

Cada aula é temática e é apresentada por um profissional da área: Ricardo Miranda (NexTVision), Alexandre Sano (SBT), Renato Gosling (Hands Mobile Marketing), Milton Neto (Turner) e Rodrigo Flores (UOL).

As inscrições podem ser feitas pelo site www.ietv.org.br e pelo telefone 2558-8606. O investimento é de 650 reais, e há desconto para empresas conveniadas.

O curso acontece no Espaço Sophia (Rua Ribeiro do Vale, 236 - Brooklin Novo).

Fonte: Idgnow

Published January 14th, 2009

As TVs LCD com resposta de 240 Hz podem ser falsas

Por Bruno do Amaral

Sabe quando você lê em algumas embalagens das TVs LCDs que elas são “HDTV Ready”? Bom, tecnicamente qualquer televisor está “pronto para a HDTV”, com os cabos corretos e um codificador (o set-top box). Geralmente, esse selo está lá para atestar um fato até negativo: que os aparelhos não são Full HD, ou seja, não têm resolução 1080p. Não que isso seja o fim do mundo se você só quer assistir à novela.

Ainda assim, agora a novidade apresentada pelos fabricantes é a tecnologia que aumenta a taxa de quadros (frame rate) para a frequencia de 240 Hz - o dobro das televisões e monitores atuais, com 120 Hz. Isso significa, em resumo, que a atualização dos pixels (pequenos pontos que formam a imagem) na tela acontece duas vezes mais rápido do que os modelos anteriores. Ao menos na teoria.

Isso é fácil de se ver com cenas com bastante movimento em filmes ou, por exemplo, as letras que correm horizontalmente na tela no game Rock Band.

Acontece que as coisas, mais uma vez, não são o que parecem. Tecnicamente, apenas duas empresas - Samsung e Sony - oferecem TVs com performance de pixel com 240 Hz. As outras apenas aumentam a taxa de frequencia com um sistema de luz de fundo avançado. Isso, de fato, aumenta a qualidade da imagem além dos 120 Hz, mas não operam de fato a 240 Hz. Seria como um “pseudo-240 Hz” - da memsa forma que dois processadores de 8 bits não equivalem a um de 16 bits. E ainda há um aspecto negativo: um dos produtos que utiliza esse truque teve uma redução do brilho da tela.

Os modelos XBR7 de 52 polegadas e o vindouro XBR9, ambos da Sony, possuem 240 Hz de verdade, assim como as séries B8000 e B750 modelos 2009 da Samsung. Os modelos com pseudo-240 Hz são de empresas como a LG, Toshiba e Vizio.

A grande razão para essa “maquiagem”, como você já deve suspeitar, é simplesmente o custo. Modelos com a nova tecnologia requerem a utilização de dois chips de compensação e previsão de movimento (chamado de MCME, na sigla em inglês) que ajudam a formar os quadros interpolados para melhorar a fluidez do vídeo. Obviamente, o valor dessa técnica é repassado ao consumidor.

O fato é que os modelos com pseudo-240 Hz acabam perdendo o brilho da imagem em relação aos modelos normais de 120 Hz. Cabe a você decidir se vale a pena sacrificar um pouco essa característica em troca de um tempo de resposta melhor sem tanto custo ou se vale a pena investir mais em uma TV LCD com 240 Hz reais. E espere, pois certamente você verá nos supermercados vendedores bradando aos quatro ventos essas novas características para os aparelhos em supostas promoções.

Fonte: Pcmag