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Archive for the ‘Uncategorized’


Published August 28th, 2008

Microsoft Brasil aperta o cerco contra XP pirata em setembro

Cópias piratas exibirão tela preta no lugar do ambiente do desktop, 60 minutos após o início do sistema, além de mensagens de alerta.

No final de setembro, usuários brasileiros de cópias ilegais do sistema operacional Windows XP, começam a receber um novo tipo de notificação mais “incômodo” da Microsoft. A nova onda mundial de caça aos piratas começou a ser promovida pela Microsoft na terça-feira (26/08).

Seguindo a mesma engenharia aplicada no SP1 do Windows Vista, pelas novas medidas de combate à pirataria, o sistema operacional não legalizado passará a exibir uma tela preta no lugar da área de trabalho, diariamente, 60 minutos após a entrada do PC em funcionamento.

“O usuário não perderá dados, mas terá uma diferenciação de uso. Se possui, por exemplo, uma foto como tela de fundo no PC, após uma hora, a foto será substituída por uma tela preta, uma marca d´água e uma notificação sobre a originalidade do sistema”, explica Ricardo Wagner, gerente de produto Windows da Microsoft Brasil.

Além da tela preta, o sistema promove uma contagem regressiva solicitando uma chave de ativação em 30 dias. Após este período, envia mensagens diárias para alertar o usuário de que a cópia possui um número de série repetido em relação aos armazenados como originais nos servidores da Microsoft.

Esta é a quarta onda de notificações do Windows XP. “Geralmente, uma vez por ano fiscal, promovemos essa onda de notificações com o objetivo de alertar usuários sobre os riscos do uso do software que não é original”, comenta Wagner.

A iniciativa mundial está dividida em duas fases. A primeira teve início na terça-feira (27/08) e vai até o final de setembro em um determinado grupo de países - República Tcheca, Taiwan, Itália, Malásia, Espanha e África do Sul - já preparado para o atendimento dos usuários notificados.

A segunda onda, que envolve todos os outros países, incluindo o Brasil, tem início no final de setembro e vai até meados de novembro. “Muitas vezes, as pessoas são vítimas de pessoas ou situações em que acabam adquirindo o software sem saber se ele é original ou não”, argumenta Wagner. Segundo ele, a resposta dos usuários costuma ser intensa. “Ele pode regularizar sua situação tanto comprando o sistema operacional pelo site da Microsoft, ou recorrendo ao fornecedor de sua máquina.”

Fonte: idgnow

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Published August 27th, 2008

Consegi 2008 debate software livre e estratégias para inclusão digital

Congresso gratuito em Brasília assina Protocolo Open Document Format e defende projeto internacional de software livre.

Para disseminar informações sobre a atuação do governo na área da tecnologia, será realizado, nos dias 27 a 29 de agosto, o Congresso Internacional Sociedade e Governo Eletrônico - Consegi 2008.

O Congresso tem por objetivo debater as estratégias para resgatar a parcela da população brasileira que ainda não tem acesso à internet e às novas tecnologias da informação.

Sob o slogan “Tecnologias Livres a Serviço da Sociedade”, o evento reforça a discussão sobre a adoção e difusão do Software Livre. Para abordar o tema, será apresentado o Seminário Coalizão Sul-Sul, que vai discutir os padrões abertos e modelos alternativos de software de países da América do Sul, do Caribe, da África e Índia. O objetivo é que exista um projeto internacional, que também interaja com outros países.

As reflexões sobre a democratização da informática pública terão como pano de fundo os temas: “Políticas de Tecnologia da Informação e Comunicação”, “Governo Eletrônico” e “Inclusão digital”. Além disso, o evento oferecerá breves apresentações de soluções tecnológicas livres como o Cocar, um programa de administração de redes de computadores que permite monitorar o tráfego entre as máquinas de forma centralizada e o Sagui, ferramenta de gestão de ativos para ambientes que utilizam o sistema operacional GNU/Linux.

No primeiro dia de evento, além das apresentações, também será assinado o Protocolo Open Document Format - ODF Brasília, documento público de intenção para a adoção de formatos abertos, que garante a troca de documentos entre órgãos de forma efetiva. A assinatura pode ser um passo importante na democratização do acesso aos serviços públicos eletrônicos.

O Consegui será realizado no Centro de Eventos e Treinamentos da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Comércio, na Avenida W5 - SGAS, 902, Bloco C, em Brasília. O evento também será transmitido ao vivo pela web através da tecnologia streaming.As inscrições podem ser feitas pelo site do Consegi.

Fonte: idgnow

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Published August 26th, 2008

Portabilidade: custo da tarifa pode ser fator negativo

A IDC investigou o processo de implantação da portabilidade numérica em outros países e constatou que um dos fatores negativos para a mudança de operadora foi o custo da tarifa de portabilidade repassado ao consumidor.

Entretanto, o problema tende a se resolver pela alta competitividade do setor, que faz as operadoras começarem a subsidiar a taxa.

“A análise do grupo de países mostrou que o sucesso da portabilidade depende de custos atraentes e da agilidade do processo”, ressalta o analista sênior de telecom da IDC Brasil, Alex Zago.

Agilidade na prestação do serviço

O tempo de espera após a mudança do número, por conta das dificuldades técnicas ou burocráticas, foi outro fator determinante para inibir a migração. “O usuário não pode ficar sem comunicação por dias ou por uma semana inteira”, observa Zago.

No grupo de países com situação mais condizente ao do Brasil - no caso foram investigados os países do Leste Europeu -, o índice de consumidores que optaram por mudar de operadora variou muito.

Entre os países mais desenvolvidos e com opção pela portabilidade desde 1995, como Hong Kong, por exemplo, o processo de portar o número também foi lento no início, o que retardou a adoção.

Telefonia fixa e móvel

Segundo o analista, a portabilidade fixa chega em um bom momento ao Brasil, principalmente para as operadoras que entraram no mercado há pouco tempo ou as que estão abrangendo novas regiões.

Isso porque a competitividade deverá obrigar as concessionárias a ampliar suas ofertas e serviços, reduzir seus preços e ainda aumentar a minutagem, o que trará vantagens ao consumidor.

No caso da portabilidade móvel, Zago acredita que terá um impacto maior no segmento pós-pago, o qual possui um perfil de consumidor médio já maduro e mais avesso a mudar o número de celular, ou ainda por agregar parte do público corporativo, a quem não interessa a mudança do número.

“Mas tanto fixa ou móvel, o sucesso da portabilidade dependerá muito do governo brasileiro, das regulamentações a serem seguidas em termos de processos, tarifas e prazos”, afirma o analista.

Fonte: administradores

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Published August 22nd, 2008

Operadoras pedem adiamento da portabilidade numérica

Com exceção da Claro, Embratel e GVT, operadoras assinaram carta enviada à Anatel para solicitar que sistema só comece a funcionar em 2009

Alegando problemas técnicos e prazo curto, as operadoras de telefonia fixa e celular enviaram uma carta à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) pedindo o adiamento do início da portabilidade numérica para janeiro de 2009. Só não assinaram o documento Claro, Embratel e GVT.

Em julho, a Associação Brasileira de Concessionárias de Serviço Telefônico Fixo Comutável (Abrafix) e a Associação Nacional das Operadoras Celulares (Acel) já tinham enviado correspondências à Anatel informando sobre os problemas das empresas em cumprir o cronograma definido pela Anatel. A Agência garante que o prazo não será revisto.

A portabilidade deve começar a ser implantada no dia 1º de setembro, estando plenamente estabelecido em março de 2009.

Para Marcos Bellotti, diretor de negócios e assuntos regulatórios da Clear Tech, empresa que será responsável pela implementação e operação da plataforma de portabilidade, a complexidade do processo e os gastos que envolvem o sistema podem ser as principais dificuldades encontradas pelas operadoras. Segundo ele, se a Anatel não alterar o prazo para entrada em vigor da portabilidade, é possível que o sistema comece a funcionar mesmo sem estar completamente pronto. “Os primeiros dias serão um período piloto, para a realização dos ajustes necessários, e cada operadora deve determinar suas estratégias de contingência”, diz.

O preço da portabilidade ainda será definido pelo conselho diretor da Anatel e será cobrado do usuário apenas uma vez pela prestadora para a qual ele deseja mudar. Bellotti acredita que o valor cobrado deve ficar em torno de R$ 10,00. “Esse é um valor mundialmente competitivo”, afirma.

Fonte:itweb

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Published August 21st, 2008

Lei de grampos pode adiar portabilidade

As companhias de telefonia estão usando uma polêmica em torno de grampos telefônicos para tentar adiar a estréia da portabilidade numérica no país.

Pelo acordo inicial entre as empresas telecom e a Anatel, a portabilidade deveria começar a funcionar em algumas partes do Brasil já em setembro.

Portabilidade numérica é o nome que se dá ao fato do usuário de uma linha fixa ou móvel poder mudar de operadora e manter seu número original.

Este mês, as teles apresentaram uma lista de dificuldades técnicas à agência reguladora e pediram o adiamento do início da portabilidade. A Anatel, no entanto, negou o pedido.

Agora, uma nova polêmica em torno de grampos telefônicos serve de argumento a favor das teles. Pela lei que regula escutas no Brasil, a empresa de telefonia não pode vazar quais números estão sendo grampeados.

Assim, se o usuário grampeado pedir para mudar de operadora mantendo o mesmo número, então ele escaparia do grampo, uma vez que a ordem de manter a escuta não pode, pela lei, ser repassada de uma empresa para outra.

As teles argumentam que precisam de uma solução para esse caso, pois não querem ser acionadas na Justiça depois. Segundo a Anatel, algumas operadoras já apresentaram a controvérsia como justificativa para adiar o início da portabilidade no país.

Fonte: infoabril

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Published August 20th, 2008

Vista: 1 em cada 3 PCs corporativos voltou para o XP

Dados da xpnet mostram que cerca de 35% dos PCs que foram comprados com o Vista tiveram o sistema operacional trocado pelo XP.

Ao encerrar a comercialização do Windows XP, no final de junho, a Microsoft deu aos seus clientes a opção de fazer um downgrade do Vista para o XP, ainda que fosse necessário adquirir uma licença do novo sistema operacional da empresa.

Pois bem, de acordo com dados da comunidade exo.performance.network (xpnet), voltada para usuários de sistemas baseados em Windows, cerca de 35% dos equipamentos vendidos com Vista tiveram seus sistemas operacionais “rebaixados” para o XP.

“O número é extremamente alto, até mesmo para o impopular Vista”, afirmou Randall C. Kennedy, um colaborador da Infoworld cuja empresa, Devil Montain Software, desenvolveu a ferramenta Windows Sentinel e analisa dados da xpnet.

A idéia de fazer um downgrade não é nova para grandes companhias, que possuem ambientes nos quais pode levar um bom tempo para desenvolver e implantar novos softwares.

Mas, por conta de uma mudança nessa política, usuários finais também puderam migrar do Vista para o XP. A maioria dos fabricantes oferece esse tipo de serviço, sem custo, que é utilizado em grande escala por pequenos empresários e gamers.

Fonte: computerworld

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Published August 12th, 2008

Testes sobre portabilidade numérica são considerados insatisfatórios pela Anatel

As operadoras de telefonia fixa e móvel têm mais 20 dias para fazer os últimos ajustes no sistema que vai permitir que os consumidores mudem de prestadora sem ter que trocar o número do telefone, a chamada portabilidade numérica. Os testes operacionais estão sendo realizados desde o dia 15 de julho, mas, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), os resultados apresentados até agora são insatisfatórios.

Na semana passada, a agência convocou uma reunião com todas as empresas envolvidas no processo de implementação da portabilidade numérica para avaliar o andamento dos testes e anunciou que vai acompanhar sistematicamente o trabalho das operadoras, para que não haja atrasos no cronograma. A entrada em vigor para a primeira fase do calendário de implantação da portabilidade está prevista para o dia 1º de setembro.

A Anatel garante que o prazo não será revisto, mas representantes das empresas de telefonia já alertaram para a necessidade de ter mais tempo para a conclusão dos testes. No mês passado, a Associação Brasileira de Concessionárias de Serviço Telefônico Fixo Comutável (Abrafix) e a Associação Nacional das Operadoras Celulares (Acel) enviaram correspondências à Anatel informando sobre os problemas das empresas.

As operadoras preferem não comentar sobre a fase de implementação da portabilidade e a Anatel também não explicou porque considerou os testes insatisfatórios. Para o diretor de negócios e assuntos regulatórios da Clear Tech, Marcos Bellotti, a complexidade do processo e os gastos que ele envolve podem ser as principais dificuldades encontradas pelas operadoras. A Clear Tech é a empresa responsável pela implementação e operação da plataforma que permite a troca de mensagens entre as operadoras em relação à portabilidade numérica.

Segundo ele, se a Anatel não alterar o prazo para entrada em vigor da portabilidade, é possível que o sistema comece a funcionar mesmo sem estar completamente pronto. “Os primeiros dias serão um período piloto, para a realização dos ajustes necessários, e cada operadora deve determinar suas estratégias de contingência”, diz.

A ativação da portabilidade será feita em etapas, de acordo com o código de área (DDD) de cada região. A previsão é que até março de 2009 o sistema já esteja disponível em todo o país. No dia 1º de setembro, entra em vigor a portabilidade para as regiões com código 14 (SP), 17 (SP), 27 (ES), 37 (MG), 43 (PR), 62 (GO), 67 (MS) e 86 (PI).

Na telefonia fixa, a portabilidade só poderá ser feita dentro da mesma área local - município ou conjunto de localidades com continuidade urbana. Para os celulares, a manutenção do número será possível dentro da mesma área de registro - que corresponde ao DDD.

O preço da portabilidade ainda será definido pelo Conselho Diretor da Anatel e será cobrado do usuário apenas uma vez pela prestadora para a qual ele deseja mudar. A operadora poderá isentar o consumidor da tarifa, mas terá que repassar o valor para uma entidade administradora, que irá gerenciar o processo de portabilidade. Bellotti acredita que o valor cobrado deve ficar em torno de R$ 10,00. “Esse é um valor mundialmente competitivo”, afirma.

O Regulamento Geral de Portabilidade foi aprovado pela Anatel em março de 2007, depois de ter sido levado a consulta pública.

Fonte: agenciabrasil

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Published August 11th, 2008

Pacote mensal de correções da Microsoft envolve 7 falhas críticas

Windows, Office, IE e Media Player 11 são alvos de correções para falhas críticas, na próxima terça-feira (12/08).

Falhas críticas no Windows, Office, Internet Explorer (IE) e no Media Player 11, embutido no Windows Vista, serão corrigidas entre 12 atualizações de segurança que compõem o pacote de correções mensais da Microsoft, o Patch Tuesday, previsto para a próxima terça-feira (12/08).

Entre as falhas, sete recebem a classificação de “críticas” - a mais alta - informou a Microsoft no alerta antecipado sobre as correções, nesta quinta-feira (07/08). As cinco restantes foram consideradas “importantes”, que é o segundo maior nível de risco na classificação da empresa.

Dentre as vulnerabilidades críticas, quatro são direcionadas ao pacote Office, incluindo o Access, o Excel e o PowerPoint. Outro update, que foi rebaixado como “importante” deve solucionar um ou mais bugs no processador de textos Word.

As outras atualizações críticas devem solucionar falhas, ainda não detalhadas pela Microsoft, no Windows, no IE e no Media Player 11.

A Microsoft afirmou que cada uma das sete falhas críticas pode permitir ataques remotos ao sistema da vítima.

Ao menos uma das vulnerabilidades já foi explorada por hackers. Uma falha no controle Snapshot Viewer do ActiveX, que é embutido na aplicação de banco de dados Access. O problema gerou um alerta de segurança no mês passado, no qual a empresa alertava que criminosos estavam tentando direcionar vítimas a sites maliciosos.

Fonte: idgnow

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Published August 7th, 2008

Vista ganha participação e XP perde, em amostra do Windows Sentinel

Resultados são medidos a partir de uma base de 3 mil usuários de desktops e servidores rodando Windows, em projeto do InfoWorld.

A maré parece estar começando a ficar a favor do Windows Vista. Na última avaliação da comunidade Windows Sentinel, o Vista aparece em 31% dos sistemas analisados - um ganho de 12 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior.

Por outro lado, o Windows XP caiu 10 pontos percentuais, de 74% para 64% de participação nos sistemas avaliados.

Entre os usuários do XP, 42% instalaram o Service Pack 2, oito pontos percentuais a mais que no último trimestre. Já os usuários do Vista adotaram o SP1 a uma taxa de 83%, contra 66% na última medição.

Os resultados são medidos a partir de uma base de 3 mil usuários de desktops e servidores rodando Windows, que participam do projeto do InfoWorld.

Fonte: idgnow

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Published August 1st, 2008

Microsoft prepara-se para a era pós-Windows com o “Midori”

O sistema operacional está sendo desenhado para suportar computação baseada em internet e arquiteturas de múltiplos núcleos

Pesquisadores da Microsoft estão desenvolvendo um novo sistema operacional voltado a computação baseada em internet e arquiteturas de múltiplos núcleos. O projeto poderia, um dia, substituir o Windows.

O sistema operacional, que atualmente está em desenvolvimento sob o codinome Midori, está sendo construído para resolver problemas que estão além do escopo do Windows, plataforma considerada pesada, que foi criada antes de a internet se disseminar e quando os PCs tinham apenas um processador.

É possível que o Midori esteja sendo desenhado para uso em cenários de computação em nuvem, nos quais as aplicações de negócios residem em servidores centralizados e são acessadas pela web. Os pesquisadores da Microsoft também estão construindo o sistema operacional de olho no melhor aproveitamento do desempenho dos processadores de múltiplos núcleos. Até agora, os desenvolvedores tem tido pouco sucesso na criação de software que tire melhor proveito de máquinas com estas características.

A Microsoft tem falado pouco sobre o Midori e não comenta o assunto oficialmente. Mas documentos de pesquisa da companhia confirma que o desenvolvimento existe e está relacionado a um projeto de conhecimento público chamado Singularity - sob o qual os desenvolvedores estão criando um sistema operacional mais leve, para uso entre a comunidade de pesquisa.

Durante uma conversa recente sobre uma ferramenta de software chamada CHESS, destinada a verificar o status de programas que rodam em arquiteturas multithreaded. Documentos mostram que os pesquisadores da Microsoft Madan Musuvathi e Shaz Qadeer fizeram referência ao Midori em uma apresentação de PowerPoint. Em um slide, eles descrevem o Midori como “sistema operacional em ‘managed code’”.

Managed code é um termo usado para programas que podem rodar em ambientes virtuais em múltiplos computadores, uma configuração que facilita a computação em nuvem, em vez de trabalhar em uma única CPU. É um sinal de que o Midori poderia rodar como um sistema operacional virtual com a plataforma de virtualização Hyper-V, da Microsoft. Em outra apresentação realizada na Universidade de Princeton, em dezembro, o pesquisador Shaz Qadeer notou que o CHESS suporta Win32, a linguagem Common Runtime da Microsoft e o “Midori OS”, de acordo com uma cópia do documento de Qadeer a que a InformationWeek EUA teve acesso.

Se o Midori seguir para o mercado, poderia resolver uma série de problemas para a Microsoft. A versão mais recente, Windows Vista, parece não estar tendo boa recepção entre os gerentes de TI. Muitos consideram o programa pesado e com alta demanda de recursos, e muito centrado no desktop, em uma era em que muito da computação corporativa está migrando para a web.

Além disto, o Windows 7, a versão programada para ser lançada em 2010, deve fazer pouco para ajudar a situação. A Microsoft confirmou que o Windows 7 está sendo construído a partir do mesmo código base do Vista e sua arquitetura não vai diferir significativamente de seu antecessor.

Fonte: itweb

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Published July 30th, 2008

Web 2.0 entra na moda, uma década depois

Após um processo que levou dez anos, marcado por curiosidade, negação, euforia e traição, o mundo corporativo adotou a Web como uma plataforma para marketing, gerenciamento da cadeia de fornecimento (SCM, na sigla em inglês) e coordenação interna.

Agora, uma década depois, a Web 2.0 é a última moda. Ao permitir a capacitação de novas estratégias de produção, consumo, colaboração e experimentação, a Web 2.0 pode deslocar as fontes locais e mundiais de vantagem competitiva.

Dois princípios definem a Web 2.0. Primeiro, um relaxamento da modularidade, que descreve uma arquitetura de pequenas tarefas “ligadas livremente” - por exemplo, o “mash-up”, no qual um site da net pode basear-se para a obtenção de dados (normalmente fornecidos gratuitamente por outros) para criar ofertas híbridas a um custo mínino. Segundo, um fortalecimento da periferia através de uma comunidade de confiança que compartilha propriedade intelectual e cuja reputação serve de motor e base de confiança.

Estes dois princípios tornam possível a distribuição da produção de “information goods” (espécie de commodity cujo valor de mercado depende da informação que ele contém) através da barata recombinação de contribuições anteriores. Os usuários podem tornar-se produtores e são constantemente motivados a retribuir à comunidade da qual eles extraíram aquilo de que necessitavam.

Motivações econômicas e não-econômicas aparecem misturadas. Esta colaboração acontece com pouquíssima coordenação formal. As iniciativas originam-se nos limites da rede. Comunidades de mercado, ou não, substituem as tradicionais organizações hierárquicas.

Estes princípios não são novos. O que é recentemente é a marcante possibilidade de alterar a escalabilidade de uma aplicação.
Mais de 220 milhões de membros do eBay movimentam mais de US$ 50 bilhões por ano - um volume bruto de merchandising maior do que o da Lowe’s. Mil pessoas escrevendo as 30 milhões de linhas do código Linux, competindo com o investimento da Microsoft de US$ 10 bilhões no Windows Vista. A questão não é que, então, a Lowe’s ou a Microsoft se tornaram obsoletas ou isto seja um fenômeno universal, mas sim que existe algo de inédito e vigoroso no mercado.

Vamos tomar o caso da Toyota como exemplo. A companhia e seus diversos fornecedores definem a sua colaboração mútua com base em contratos de longa duração, sem data definida para expirar. O aprendizado acerca da melhoria do processo é tratado como “capital intelectual” e deve ser compartilhado entre os colegas da cadeia de fornecimento. A reputação de toda esta rede sublinha não apenas o capital social de empresas, mas também de engenheiros e times, formando, assim, uma comunidade de confiança. O trabalho é dividido segundo pequenos e precisos ciclos de hipótese-teste-medida, conduzido paralelamente por times independentes; em seguida, os resultados são enviados de forma resumida e obedecendo um formato padronizado a todos, de modo que os outros possam desenvolvê-los: flexibilização da modularidade.

Esta última tendência é uma estratégia consciente, muito diferente da hierarquia de tarefas e papéis que caracterizam os negócios convencionais. Da mesma forma, a comunidade de confiança também representa uma escolha estratégica que difere em muito das relações de poder que tradicionalmente definem as organizações, cadeias de fornecimento e relações de marketing.

É planejado também o lançamento de um modem com antena para recepção de TV digital no padrão brasileiro. Quem tem esse projeto é a Onda. O lançamento pode acontecer ainda neste ano.

Fonte: gazetamercantil

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Published July 30th, 2008

Empresas que compram Vista voltam para o XP, aponta HP

Executiva da empresa afirma que, na maioria dos computadores vendidos para empresas, a opção do downgrade é realizada

A executiva de marketing da HP, Jane Bradburn, afirmou à publicação australiana APC que PCs com downgrade do Windows Vista para o XP representam “a maioria dos computadores vendidos para empresas hoje”.

A declaração levanta questões sobre os números apresentados pela Microsoft sobre o sistema operacional lançado em 2007. Na semana passada, Chris Flores, blogueiro oficial da empresa para o Vista, disse que já haviam sido vendidas 180 milhões de licenças e que o desempenho do Vista está próximo ao do XP em seus primeiros momentos no mercado.

Em seu último balanço trimestral, a empresa de Redmond também afirmou ter tido um sólido crescimento nas vendas do Vista, que ajudaram as receitas de sua unidade de clientes a subirem em 15% na comparação ano-a-ano, para US$ 4,4 bilhões. A Microsoft, no entanto, não revela o número de licenças que foram trocadas para o XP.

O XP foi oficialmente aposentado no último dia 30 de junho, depois de sete anos no mercado. Mas uma brecha nas regras de licenciamento da empresa permite que os usuários retornem ao antigo sistema operacional sem custos adicionais. E as empresas, que em sua maioria, estão evitando o Windows Vista, por ser muito pesado, ter medidas de segurança intrusivas e ser incompatível com muitas aplicações, estão, aparentemente, se aproveitando da opção. Além da HP, a Dell e outros fabricantes estão colocando no mercado equipamentos com o XP pré-instalado.

Fonte: itweb

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Published July 30th, 2008

Web 2.0 entra na moda, uma década depois

Após um processo que levou dez anos, marcado por curiosidade, negação, euforia e traição, o mundo corporativo adotou a Web como uma plataforma para marketing, gerenciamento da cadeia de fornecimento (SCM, na sigla em inglês) e coordenação interna.

Agora, uma década depois, a Web 2.0 é a última moda. Ao permitir a capacitação de novas estratégias de produção, consumo, colaboração e experimentação, a Web 2.0 pode deslocar as fontes locais e mundiais de vantagem competitiva.

Dois princípios definem a Web 2.0. Primeiro, um relaxamento da modularidade, que descreve uma arquitetura de pequenas tarefas “ligadas livremente” - por exemplo, o “mash-up”, no qual um site da net pode basear-se para a obtenção de dados (normalmente fornecidos gratuitamente por outros) para criar ofertas híbridas a um custo mínino. Segundo, um fortalecimento da periferia através de uma comunidade de confiança que compartilha propriedade intelectual e cuja reputação serve de motor e base de confiança.

Estes dois princípios tornam possível a distribuição da produção de “information goods” (espécie de commodity cujo valor de mercado depende da informação que ele contém) através da barata recombinação de contribuições anteriores. Os usuários podem tornar-se produtores e são constantemente motivados a retribuir à comunidade da qual eles extraíram aquilo de que necessitavam. Motivações econômicas e não-econômicas aparecem misturadas. Esta colaboração acontece com pouquíssima coordenação formal. As iniciativas originam-se nos limites da rede. Comunidades de mercado, ou não, substituem as tradicionais organizações hierárquicas.

Estes princípios não são novos. O que é recentemente é a marcante possibilidade de alterar a escalabilidade de uma aplicação.
Mais de 220 milhões de membros do eBay movimentam mais de US$ 50 bilhões por ano - um volume bruto de merchandising maior do que o da Lowe’s. Mil pessoas escrevendo as 30 milhões de linhas do código Linux, competindo com o investimento da Microsoft de US$ 10 bilhões no Windows Vista. A questão não é que, então, a Lowe’s ou a Microsoft se tornaram obsoletas ou isto seja um fenômeno universal, mas sim que existe algo de inédito e vigoroso no mercado.

Vamos tomar o caso da Toyota como exemplo. A companhia e seus diversos fornecedores definem a sua colaboração mútua com base em contratos de longa duração, sem data definida para expirar. O aprendizado acerca da melhoria do processo é tratado como “capital intelectual” e deve ser compartilhado entre os colegas da cadeia de fornecimento. A reputação de toda esta rede sublinha não apenas o capital social de empresas, mas também de engenheiros e times, formando, assim, uma comunidade de confiança. O trabalho é dividido segundo pequenos e precisos ciclos de hipótese-teste-medida, conduzido paralelamente por times independentes; em seguida, os resultados são enviados de forma resumida e obedecendo um formato padronizado a todos, de modo que os outros possam desenvolvê-los: flexibilização da modularidade.

Esta última tendência é uma estratégia consciente, muito diferente da hierarquia de tarefas e papéis que caracterizam os negócios convencionais. Da mesma forma, a comunidade de confiança também representa uma escolha estratégica que difere em muito das relações de poder que tradicionalmente definem as organizações, cadeias de fornecimento e relações de marketing.

Fonte: gazetamercantil

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Published July 25th, 2008

Facebook faz 1ª demonstração de projeto para levar perfis para sites

Facebook Connect ganha 1ª demonstração pública para desenvolvedores e deve ser integrado à rede em outubro.

O Facebook revelou um novo serviço para sua rede social que permitirá que pessoas usem seus perfis em outros sites pela web.

Chamado de Facebook Connect, o serviço foi anunciado em maio e recebeu sua primeira demonstração pública nesta quarta-feira (23/07) na conferência f8 da plataforma de desenvolvimento do Facebook, com testes que envolviam sua integração com Digg, Citysearch e Six Apart.

Quando um usuário vota em um conteúdo no Digg, a caixa de login dará a chance de se autenticar no Digg ou no Facebook. Caso escolha a rede social, os itens votados aparecerão no feed de atividades do Facebook. Usuários também poderão encontrar onde estão seus amigos dentro do Digg e interagir com eles.

Caso se autentiquem com a conta do Facebook no Citysearch a foto usada no perfil da rede social aparecerá ao lado do seu post no Citysearch, junto com o link de volta para o Facebook. Conteúdo publicado no Cityseach também aparecerá no feed de atividades do Facebook.

O serviço foi o destaque da apresentação do fundador da rede, Mark Zuckerberg, no começo da f8. Ele a chamou de ¨a nossa versão do Facebook para o resto da internet¨. As mudanças de privacidade também são transferidas para outros sites, com usuários escolhendo que informações serão mostradas.

Fonte: idgnow

Published July 25th, 2008

Microsoft lança campanha contra má fama do Windows Vista

Objetivo seria combater as opiniões negativas em torno do programa e atacar a concorrente, Apple

Uma nova campanha de divulgação da Microsoft com objetivo de combater as opiniões negativas em torno do Windows Vista está causando polêmica. Mas isso não faz parte do ataque real que a companhia está planejando contra a Apple e outros críticos do programa.

Desde o seu lançamento em 2007, a Microsoft vem tentando vender o Vista como um produto seguro e confiável. A divulgação não é tão memorável quanto a do MAC, da Apple, que conseguiu convencer o mundo de que o Vista é um “fracasso”.

Fonte: estadao

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