Universo TI - Informações sobre Redes, Wimax, TV Digital, Videoconferência, WebTV, Webrádio, e outras tecnologias


Archive for the ‘Web Conferência’


Published September 11th, 2007

Oracle compra empresa de software de análise de redes

A Oracle anunciou a compra da Netsure Telecom, fornecedora software de análise, inteligência de redes e integridade de dados. O objetivo da gigante do software com a transação, cujo valor não foi divulgado, é ampliar sua oferta de produtos para otimização de redes, modelagem financeira e gerenciamento de ciclo de vida de redes.

A Oracle adiantou que planeja incorporar os produtos da Netsure ao seu pacote de aplicações integradas para gerenciamento de comunicações, o Oracle Collaboration Suite, que reúne recursos de e-mail, mensagem de voz, calendário, compartilhamento de arquivos, pesquisa, acesso wireless e por voz e conferência web.

A Netsure está baseada em Dublin, na Irlanda, e produz software que ajudam a planejar a capacidade e aumentar a eficiência operacional de redes. Entre os clientes da empresa estão a Vodafone e Cable & Wireless Plc.

Fonte:  TI Inside

Published August 29th, 2007

Novo software inteligente previne falhas na Internet

Cientistas da Universidade de Coimbra estão a criar um software inteligente para prever e remediar falhas inesperadas nas aplicações críticas da Internet em sistemas que têm de estar em funcionamento ininterrupto - foi hoje anunciado.Já experimentado com sucesso em várias aplicações web em laboratório, o sistema representa «uma revolução positiva na indústria do software», na qual se prevê venha a ter «um forte impacto».

«No dia em que os computadores conseguirem prever que vão falhar e tiverem a capacidade de efectuar medidas preventivas, evitando essas mesmas falhas, será um passo de gigante para a economia. Para se ter uma ideia, um site Web de uma corretora que esteja em downtime durante uma hora pode representar um prejuízo de 6 milhões de dólares», sustenta, em nota divulgada hoje, o coordenador da investigação, Luís Moura e Silva.

O coordenador da investigação desenvolvida no Departamento de Informática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) disse hoje à agência Lusa que este novo software poderá estar apto a ser comercializado dentro de três anos.

«Nos próximos três anos, vamos optimizar as técnicas e melhorar os algoritmos», disse ainda o investigador do Centro de Informática e Sistemas da Universidade de Coimbra (CISUC), adiantando que, no final deste período, a tecnologia poderá ser validada para o mercado.

Segundo a nota da FCTUC, actualmente os investigadores estão a fazer a depuração do programa, aperfeiçoando «os algoritmos de previsão no sentido de evitar falsos alarmes».

Esta inovação tecnológica venceu, em Junho, o prémio para o melhor artigo científico «numa importante conferência internacional», a «6th IEEE International Symposium on Network Computing and Applications» (IEEE NCA07), que reuniu, em Boston (Estados Unidos da América), cientistas de todo o mundo.

O sistema, que vai «permitir que as aplicações críticas na Internet se mantenham em funcionamento ininterrupto, apesar dos diversos problemas que sempre ocorrem, evitando consequências nefastas e graves perdas económicas», está a ser concebido na FCTUC com a colaboração de cientistas da Universidade Politécnica da Catalunha, em Barcelona, e do ZIB, um instituto de investigação de Berlim.

Luís Moura e Silva adiantou à Lusa que actualmente estes programas são utilizados em sistemas «muito particulares», como a NASA ou a Agência Espacial Europeia.

Com o software desenvolvido pelos investigadores da FCTUC, a aplicação poderá ser generalizada a todos os sistemas de Internet que tenham de funcionar 24 horas por dia durante os sete dias da semana.

«A vantagem número um desta solução em relação aos sistemas de redundância é o facto de ser mais barata», frisou o professor da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.

Esta nova tecnologia apoia-se em técnicas «self-healing» (auto-curativas), que podem facilmente ser aplicadas a sistemas informáticos genéricos, podendo complementar ou substituir o modelo de réplicas actualmente usado para salvaguardar as aplicações em caso de falha.

Estas novas técnicas «incidem na monitorização contínua de dados do sistema e se forem detectadas potenciais anomalias o sistema provoca uma acção automática de prevenção, de modo a evitar a ocorrência de uma avaria», lê-se ainda na nota da FCTUC.

Fonte: Diário digital

Published August 27th, 2007

Uma maneira diferente de amar

Poliamor é uma filosofia amorosa - seguida por poucos - que rompe com os padrões sociais da monogamia

Ciça Vallerio - O Estado de S.Paulo

 

 - ”Um bando de malucos.” É o que muitos vão pensar sobre o movimento amoroso, chamado poliamor, que vem dando as caras pelo mundo afora, inclusive no Brasil. Realmente é difícil imaginar que, segundo seus preceitos, uma pessoa tenha o direito de amar outras simultaneamente, envolvendo-se afetivamente e sexualmente, sem ciúme nem cobrança de exclusividade.

Ao contrário das relações tradicionais, os “poliamoristas” - nome dado aos adeptos - mantêm histórias paralelas de forma aberta e com o consentimento dos parceiros. Bem diferente também da relação “aberta”, cuja conotação sexual é a base da proposta: transar com quem quiser, desde que não se envolva emocionalmente. No poliamor, a idéia é amar e ser amado por várias pessoas, seguindo o impulso natural do ser humano, sem se limitar às convenções sociais da monogamia.

Impossível? Apesar do espanto geral, já existem alguns poliamoristas por aí. Como são incompreendidos e mal-interpretados, geralmente não gostam de mostrar a cara publicamente. Por isso, todos os entrevistados preferiram usar pseudônimos.

A técnica em informática, Marceli, de 25 anos, é um deles. Ela tem um namorado e uma namorada. Todos se conhecem, se gostam, se respeitam e pensam até em morar juntos. Esse trio “funciona” há três anos. “Há quem pense em orgia ou promiscuidade, mas é uma relação baseada na cumplicidade, respeito e sinceridade”, avisa. “É viver sem mentiras nem com o peso da culpa por manter um caso extraconjugal. E ficar feliz pelo outro, ao saber que a pessoa que você ama também está feliz.”

O namorado de Marceli, o designer gráfico Cláudio, de 26 anos, admite que não é nada fácil administrar uma relação fora do padrão. “Acredito que o casal deve definir como funciona o relacionamento, que vai tomando forma de acordo com as particularidades de cada um. Lidar com ciúme é difícil, mas lidar com a mentira é ainda mais difícil.”

Cláudio não é polígamo. Aliás, é muito comum confundir poliamor com poligamia, que é a união conjugal (oficial) de uma pessoa com outras. Há países que aceitam esse costume. No Brasil, é proibido pela lei, mas existem os casos de vida dupla: quando um homem se casa com uma segunda mulher e sustenta duas famílias, sem que uma saiba da outra. Apesar da diferença ser tênue, poliamoristas não se relacionam às escondidas e as mulheres se relacionam também com outros homens, sem exigência de exclusividade.

SINAL DOS TEMPOS?

Poliamor não é um movimento tão desconhecido assim e já saiu do gueto faz tempo. A psicanalista e sexóloga Regina Navarro Lins reservou um extenso capítulo na nova edição de A Cama na Varanda - Arejando nossas Idéias a Respeito de Amor e Sexo (Editora Best Seller, R$ 44,90), para tratar do tema. O livro foi lançado há 10 anos, tornou-se sucesso editorial, estava esgotado desde 2004 e agora volta às livrarias atualizado e ampliado, com o acréscimo de uma parte instigante, que anuncia as novas relações amorosas.

“Estamos vivendo um momento singular, no qual os modelos de relacionamento tradicionais não dão mais respostas às novas aspirações, ao desejo crescente de liberdade em contraponto aos padrões sociais que causam frustração e desencanto”, explica Regina. “Cada vez mais as pessoas podem escolher e respeitar formas diferentes de viver, seja seguindo a estrutura de relacionamento monogâmico ou optando por outras formas de amar.” Tal como o poliamor, que prenuncia o fim do amor romântico, caracterizado pela idealização do outro, fusão dos dois num só e pela idéia da exclusividade.

O poliamor nasceu nos Estados Unidos há 20 anos, mas tem ramificações na Alemanha, Reino Unido e em muitas outras partes do mundo. Em novembro de 2005, conforme registro na Wikipédia (enciclopédia livre da internet), realizou-se a Primeira Conferência Internacional do movimento, em Hamburgo, Alemanha. Segundo Regina, existem no Google (ferramenta de busca da web) 769 citações da palavra poliamor e 840 mil da palavra polyamory - junção de poly (do grego, que significa muitos), e amor (do latim).

Adepta dessa filosofia, a vendedora Daniela, de 26 anos, conta que poliamorista se depara com preconceito, principalmente quando é mulher. “Perdemos a credibilidade e muitos nos vêem como vulgar”, confessa. “Os homens saem de bacana quando mantêm um relacionamento com várias mulheres ao mesmo tempo, enquanto nós dificilmente encontramos um homem que aceite dividir a namorada com outro homem.”

Ela tem namorado, mas mantém relacionamento com outro. Como a relação não é consentida pelo atual namorado, apenas pelo outro parceiro, Daniela ressalva que não vive exatamente uma relação poliamorista. O “namorado oficial”, aliás, sabe da posição liberal da namorada uma vez que ela faz parte de uma das várias comunidades brasileiras que existem no Orkut, voltadas para o tema. Mas, como explica a vendedora, por medo de perdê-la, ele prefere fazer vista grossa.

“No poliamor, a gente ama o ser humano, o sexo não é o foco e a relação com os envolvidos é duradoura. O difícil é encontrar pessoas que consigam se libertar do sentimento de posse”, reclama Daniela. “Mas viver ao mesmo tempo outros amores é maravilhoso, porque curtimos o que cada um tem de legal e não colocamos toda a expectativa numa única pessoa. Meu namorado, por exemplo, acompanha meu ritmo intelectual, gostamos de ler, vamos ao teatro, a exposições; enquanto que o outro é mais carinhoso, gosta de ficar juntinho em casa comendo pipoca e namorando.”

Para quem continua achando tudo isso uma maluquice, a psicanalista Regina lembra que todo processo de mudança social causa estranheza. Seria considerado louco, por exemplo, quem dissesse, lá pelos anos 50, que o fim de um casamento se tornaria comum e que a mulher separada não seria mais discriminada. E olha só no que deu.

Fonte: Estadao.com.br

Published August 24th, 2007

IBM fecha compra da WebDialogs, especializada em comunicação em tempo real

Com a negociação, Big Blue expande a sua linha de conferência chamada Sametime e melhora condições para combater Microsoft e Cisco.

A IBM agitou a sua estratégia de conferência pela web com a aquisição da WebDialogs, ampliando a sua plataforma de conferência chamada Sametime. Os termos financeiros da negociação não foram divulgados pelas corporações.

Com a compra, a IBM ganha um impulso nesse mercado que conta com a competição forte da Cisco – com a aquisição da WebEx por 3,2 bilhões de dólares em março passado – e a Microsoft – com a aquisição de Placeware em 2003 por 200 milhões de dólares. Além disso, a parceria da WebDialogs com o Skype e Salesforce.com pode se mostrar interessante para a gigante, que pode explorar a ligação para integrar ferramentas de negócios e comunicações em tempo real.

“A IBM precisa encontrar alguém com um modelo de aplicações online (hosted), que podem ser interessantes para mercados menores e que tem boas opções para revendedores”, disse Mike Gotta, analista do Burton Group. “Se a IBM não capitalizar sobre as relações da WebDialogs com revendedores e parceiros, o negócio pode se tornar vazio, vai parecer uma compra por pânico para combater a Microsoft e Cisco”.

Outros destaques do COMPUTERWORLD:
> Brasil quer dar acesso à internet por 7,50 reais
> Brasil quer projeto de banda larga pela rede elétrica (PLC)
> A Brasil Telecom promete PLC para setembro
> Cidade do Maranhão vai ter banda larga pela rede elétrica
> Agência Aneel prepara regulamentação de PLC em 2008

A Cisco e a MS estavam em rota de colisão neste espaço de comunicações em tempo real, mas na última segunda os dois CEOS, Steve Ballmer, da Microsoft, e John Chambers, da Cisco, dividiram palco e confirmaram a intenção de colaborar, integrar e lutar de maneiras justa.

Fonte: Paranashop

Published August 24th, 2007

3ª PyConBrasil discute software livre no governo brasileiro

O software livre é um dos temas discutidos na 3ª edição do Encontro Brasileiro da Comunidade Python, a PyConBrasil, realizada em Joinville (SC), com o apoio da Sociedade Educacional de Santa Catarina (Sociesc) entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro. Este painel ocorre na sexta-feira, dia 31 de agosto, e conta com a participação de Luciano Ramalho, da Associação Python Brasil, Jean Rodrigo Ferri, do Interlegis e Marcos Mazoni, do Serpro. Rodrigo Senra, da GPr Sistemas será o mediador.

A PyConBrasil também conta com a participação 70 palestrantes e instrutores, que ministrarão mais de 50 palestras e treinamentos. Entre eles está Sulamita Garcia, da Intel. Ela apresenta a palestra “Linux no Mobile Internet Device da Intel”.

Informações e inscrições pelo http://pyconbrasil.com.br. O investimento é de R$ 15,00 para estudantes e de R$ 30,00 para o público em geral. Associados da SBC e da Abraweb pagam R$ 20,00.

O objetivo da conferência é discutir tendências, o futuro da comunidade e da tecnologia e oportunizar o conhecimento de ferramentas web como Zope, Plone, Turbogears, Django e muitas outras. Essas ferramentas permitem que qualquer programador desenvolva sites para a Web 2.0 utilizando técnicas modernas como Ajax e programação orientada a objetos.

Fonte: Paranashop

Published August 24th, 2007

Executivo do portal Apontador discute novas tendências da Web

O impacto da Web 2.0 nas organizações e como o novo formato da internet pode ser uma excelente estratégia de marketing on-line. Este e outros assuntos serão discutidos na Conferência E-Commerce, que acontece dia 23 de agosto no Hotel Mercure Jardins, São Paulo.

Rafael Siqueira, sócio e CTO do Apontador, portal de localização brasileiro pertencente à Webraska do Brasil, será um dos palestrantes do evento.

Durante o painel “WEB 2.0 como tendência inovadora no comércio eletrônico”, Siqueira discutirá o impacto da nova fase da internet nas organizações e as estratégias de marketing on-line. Na ocasião, o executivo também dará exemplos práticos de sucesso no mercado.

No Apontador, Siqueira é responsável pelo gerenciamento e desenvolvimento de diversos projetos como sistemas de navegação para veículos, aplicações wireless para empresas de telefonia celular, entre outros. Recentemente, também impulsionou a mudança do Apontador para a Web 2.0, conceito que traduz a segunda geração da Web, permeado pela tendência que reforça o conceito de troca de informações e colaboração dos internautas.

Fonte: Mundo Geo

Published August 24th, 2007

O Filtro de 23 de Agosto de 2007

O STF sob os holofotes
Deve-se à astúcia do fotógrafo Roberto Stuckert Filho, de O Globo, as primeiras revelações sobre a tendência dos votos dos ministros do Supremo Tribunal Federal no julgamento sobre a abertura ou não do processo do Mensalão. Durante a sessão de ontem, Stuckert fotografou a troca de e-mails entre os ministros Ricardo Lewandowski e Cármen Lúcia. “Ele (o procurador-geral Antonio Fernando de Souza) está - corretamente - ‘jogando para a platéia’”, escreve Lewandowski. “É a tentativa de mostrar os fatos e amarrar as situações para explicar o que a denúncia não explicou…”, comenta Cármen. Os ministros indicam que pretendem aceitar, em parte, a denúncia. Uma das dúvidas se refere ao crime de peculato - uso de cargo público para apropriação ilegal de recursos ou bens. Lewandowski diz que não está seguro se o crime pode ser imputado aos que não ocupavam cargo público à época - como José Genoino (então presidente do PT) e Silvio Pereira (ex-secretário-geral do PT) - ou não eram donos do dinheiro que circulou pelo valerioduto. Certo momento, Cármen conta: “O Cupido (o ministro Eros Grau) acaba de afirmar aqui do lado que não vai aceitar nada (que votará pelo não recebimento da denúncia)”. Durante a troca de mensagens, os ministros tricotam fofocas sobre outros colegas do STF.

Em seu blog, Kennedy Alencar calcula que o placar da decisão a respeito da denúncia do mensalão será de 6 a 4 a favor da abertura da ação penal contra todos os 40 acusados.

Promiscuidade com o poder
Na sessão propriamente dita, o procurador-geral Antonio Fernando de Souza classificou a forma de pagamento a parlamentares beneficiados pelo Mensalão como prática “típica do submundo do crime”, criticou a “promiscuidade com o poder” ao citar que o esquema era abastecido por recursos públicos e privados e afirmou que “não é possível imaginar que esquema de tamanho porte […] tenha existido sem o envolvimento de algum membro do governo federal e de integrantes do partido governo.”, noticia a Folha que tem uma extensa cobertura do julgamento. O ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, que defende diretores do Banco Rural, suposto braço financeiro do esquema, comparou a acusação a processos políticos do tempo da ditadura. “Lembro-me de quando defendíamos os perseguidos políticos. Eram denúncias dispersas e que pecavam pelas generalizações. Me desculpe, procurador, mas sua denúncia é um pouco assim.”

De Janio de Freitas, em ótimo artigo na Folha: “Aquela movimentação de milhões privados e públicos no circuito de um projeto político constituiu muito mais do que permutas múltiplas de corrupção. Ali esteve a raiz de um sistema de influência e poder. O que foi descrito na síntese apresentada ao STF tem implicações passadas e reflexos presentes, todos diretos, sobre a natureza e as responsabilidades da Presidência, a par de sua conexão íntima com o comando do PT relacionado com a origem dos fatos e da denúncia da Procuradoria Geral da República”.

Os amigos de Renan
Com um rebanho que se multiplicou ao longo dos últimos anos, mas sem registros de despesas para manter a criação de gado nas fazendas, a contabilidade rural do presidente do Senado, Renan Calheiros, “implica resultado fictício”, segundo os peritos da Polícia Federal. Segundo o laudo da PF, a principal lacuna na atividade rural declarada pelo senador não é o valor de venda do gado mas a ausência de recibos que provam despesas de custeio nas fazendas. Além disso, essa falta de registros gerou distorções em sua evolução patrimonial, informa a Folha. Outros documentos analisados pelos peritos revelaram que o senador não declarou ao fisco um empréstimo a fundo perdido de R$ 178 mil, tomado em 2005 da Costa Dourada Veículos, empresa que presta serviço a órgãos públicos em Alagoas, que pertence a Idefonso Tito Uchôa. Nas palavras de Ricardo Noblat, “o caso Renan Calheiros começou com a história de um amigo do presidente do Senado (Cláudio Gontijo, lobista da empreiteira Mendes Junior) que teria pagado despesas particulares dele. E está perto de terminar com a história de outro amigo de Renan (Ildefonso Tito Uchôa, empresário) que teria emprestado dinheiro a ele a fundo perdido. (…) Cara de sorte, esse Renan. E de bons amigos”.

…E a inimiga nua
Em entrevista à Mônica Bergamo, na Folha, a ex-amante de Renan, Mônica Veloso fala da sua expectiva com as vendas da Playboy com a sua nudez. “Eu quero que a revista venda bem, né? Que faça sucesso. Eu vou ter uma participação na venda em banca”, diz. E conta que está escrevendo um livro: “Todo mundo pensa que meu livro tem dois capítulos: escândalo do Renan e historinha de amor que não deu certo. Nada disso. Vou contar coisas de Brasília que nunca foram publicadas.”

Lula, a esfinge
O presidente Lula se reuniu com os governadores petistas Marcelo Déda (SE), Jacques Wagner (BA), Wellington Dias (PI), Binho Marques (AC) e Ana Júlia Carepa (PA). Falou da necessidade de o PT se aproximar do bloco PSB-PCdoB-PDT. E elogiou Ciro Gomes. “Usou o seu talento para confundir”, escreve Tereza Cruvinel, em O Globo.

Quem vai comer quem?
A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, decidiu apoiar a fusão das operadoras de telecomunicações Brasil Telecom (BrT) e Oi (ex-Telemar), mas exigirá que a futura companhia tenha um controlador nacional, com perfil de empresário e não de investidor, informa Valor. Entre os atuais controladores de BrT e Oi, há apenas dois grupos com o perfil empresarial estabelecido por Dilma, Andrade Gutierrez e LaFonte. Mas há um óbvia intenção dos fundos de pensão (que, na prática, teriam a maior parte das ações da nova companhia) de serem eles os protagonistas. Usam como argumento o fato de que outras empresas importantes - a fabricante de aeronaves Embraer, a indústria de alimentos Perdigão e a empresa de energia CPFL – não têm um sócio estratégico. Em mais um lance dessa disputa, os fundos acertaram com o Citibank o pagamento de US$ 140 milhões pela participação do banco na Oi. Ou seja, abriram o cofre para passar por cima da idéia de um “controlador nacional, com perfil de empresário e não investidor”. A briga está só começando.

O discurso público e o privado
Ontem o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, esbanjou otimismo sobre os efeitos no Brasil da crise dos mercados. Especulou, por exemplo, que aconteça o que acontecer, o Brasil irá crescer 4% este ano. Beleza. Mas a LCA, a empresa de consultoria da qual Coutinho está afastado, divulgou relatório bem mais pessimista, informa Guilherme Barros, Folha. Diz que a crise ampliou as chances de ocorrência de uma desaceleração mais forte do crescimento da economia neste e no próximo ano. Nesse cenário adverso, a LCA prevê alta do PIB de 4,4% neste ano e de apenas 2,5% em 2008. O dólar encerra 2007 em R$ 2,25 e o ano seguinte em R$ 2,15. A Selic se mantém em 11,5% nos dois anos. Já a inflação fecha 2007 em 3,8% e 2008 em 4,2%, abaixo, portanto, do centro da meta. A LCA considera um terço de probabilidade de esse cenário se concretizar.

O desafio da Yahoo!
Em entrevista a O Globo, Brad Garlinghouse, vice-presidente de comunidades da Yahoo, defende o compartilhamento de informações como o caminho da internet. “ A Wikipédia é o grande exemplo de como o mundo vai andar. Eu e meu amigo fomos a uma festa, mas as minhas fotos são melhores que as dele. Por que não posso ir à página dele e editá-las? Ele deve ter o controle do que deve aparecer, mas há modos de tornar isso mais aberto”. A lógica é perfeita, mas vale muito para a Yahoo!, que está num processo de transformação para sobreviver.

A fraude abençoada
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil vai adotar a versão fraudada do documento da Conferência-Geral do Episcopado da América Latina e do Caribe, realizada em maio em Aparecida (SP). Apesar de a versão final, entregue ao papa em junho, apresentar 200 alterações do original votado pelos bispos presentes à reunião, o que vale, afirma a CNBB, é o texto assinado por Bento XVI. “A questão pode trazer amargura para alguns setores. Mas o Papa tem a palavra final”, disse a O Estado o presidente da entidade, d. Geraldo Lyrio Rocha. Investigar e punir quem cometeu a fraude e enganou uma centena de bispos e o próprio Papa? Nem pensar.

Fonte: O Globo

Published August 23rd, 2007

Google ainda vê chance de disputar licença de celular nos EUA

ASPEN, Estados Unidos (Reuters) - O Google está inclinado a fazer uma proposta no próximo leilão de licenças de telefonia celular nos Estados Unidos, apesar de um revés sofrido no mês passado junto a autoridades regulatórias do país.

O presidente-executivo do Google, Eric Schmidt, disse numa conferência com reguladores e líderes da indústria que sua empresa “provavelmente” seguirá adiante com os planos de fazer uma proposta para obter espectro que será liberado por emissoras de televisão durante a troca de transmissões analógicas para digitais, em 2009.

Perguntado pelo diretor de relacionamento da operadora T-Mobile com o governo dos EUA, Thomas Sugrue, se o Google pretende participar dos leilões, Schmidt respondeu que a apresentação de uma proposta “provavelmente seria a forma de responder a isso”.

Este ano o Google surpreendeu a indústria de telecomunicação ao anunciar que pretende participar dos leilões de frequências de telefonia, concorrendo contra empresas tradicionais do setor como AT&T, Verizon Communications e a própria T-Mobile USA, unidade da Deutsche Telekom .

O Google tinha prometido investir pelo menos 4,6 bilhões de dólares em espectro se a Comissão Federal de Comunicações dos EUA (FCC, na sigla em inglês) concordasse com algumas condições.

Mas no mês passado, a FCC deu alguns passos contrários ao que o Google esperava. A empresa pedia que os grupos vencedores do leilão da frequência de 700 megahertz fossem obrigados a revender acesso à faixa para concorrentes a preços de atacado.

A FCC concedeu ao Google parte do que a empresa e outras companhias de Internet desejavam, ao autorizar que as propostas vencedoras permitam que qualquer aparelho portátil, software ou serviço de Web possam utilizar as novas redes.

Schmidt deu a declaração sobre a participação do Google nos leilões de frequências após palestra em conferência patrocinada pelo instituto de pesquisa Progress and Freedom Foundation.

Fonte: Reuters

Published August 20th, 2007

Sei o que Web 2.0 não é, mas não sei o que ela é

Costumo me esconder por trás de uma frase de Santo Agostinho a cada vez que alguém me pergunta o que é Web 2.0. O santo me ajuda com a sua famosa máxima dedicada ao tempo: “O que é o tempo? Se não me perguntam, eu sei. Se me perguntam, já não sei”.Algo parecido me acontece com a Web 2.0. Se não perguntam o que é, eu sei claramente; mas se me perguntam eu quase não consigo explicar.

Ultimamente, em muitas das reuniões a que tenho comparecido, há alguém que fala de Web 2.0, ou tem um projeto 2.0, ou diz frases que utilizam esses números como adjetivos: “Isso é muito 2.0″.

Confesso que eu mesmo me pego às vezes dizendo coisas assim. Uso a categoria 2.0 mentalmente como um adjetivo positivo, que descreve algo bom, aberto, generoso, inteligente, despojado, fácil… 2.0 é melhor, 2.0 é sempre algo inovador, é simples, é divertido. Mas o que é Web 2.0?

Palavras Textuais
Fernando Barbella, da agência de publicidade Ogilvy Interactive Argentina, tem um blog desopilante chamado Palavras Textuais, onde reúne frases ditas em circunstâncias de trabalho - a ele ou a outros colegas -, coisas completamente sem sentido mas muito freqüentes no ambiente de marketing e publicidade. Por exemplo, a frase número 458 de Palavras Textuais afirma: “Eu quero em um tom de azul, mas um azul mais outonal” (coordenador de área de um anunciante, a um diretor de arte). Ou a contraditória solicitação que aparece na frase 447, segundo a qual “quero que seja fajuto, cafona, ordinário e feio… Mas bem feito” (anunciante, pedindo um panfleto a um designer).

Algo parecido acontece com a Web 2.0: são ditas tantas coisas estranhas sobre ela, existem interpretações tão loucas, que provavelmente merecem um blog que as compile. Eu tenho minha própria coleção não escrita de palavras textuais desse tipo. Eu as ouço em empresas, universidades, de estudantes, entusiastas, empreendedores, loucos, comentaristas, blogueiros e até do técnico do computador. Há pouco, em uma empresa, alguém que trabalha na área de recursos humanos me disse que “nós temos uma política de recrutamento muito 2.0″. A verdade é que não sei o que ele queria dizer, ainda que tenha respondido, laconicamente: “Claro…”

A Web 2.0 segundo a Web 2.0
No prólogo da edição do livro do I Ching, Carl Jung faz algo genial: consulta o livro sobre o próprio livro, e é assim que o I Ching termina, de alguma maneira, se auto-explicando. Entre os inumeráveis exemplos de Web 2.0 que existem, a Wikipédia se destaca por sua vitalidade, profundidade e impacto sobre toda a cultura. Ocorreu-me, então, repetir o modelo de Jung e consultar a Wikipédia sobre a Web 2.0. Diz a Wikipédia:

“O termo Web 2.0 foi cunhado pela O’Reilly Media, em 2004, para designar uma segunda geração da Web baseada em comunidades de usuários e uma gama especial de serviços, tais como as redes sociais, os blogs, os wikis ou as folksonomias, que fomentam a colaboração e o intercâmbio ágil de informação entre os usuários”.

Bastante claro, mas não muito… Mais adiante, no mesmo artigo, surge uma explicação de como o texto foi cunhado, para uso em uma conferência, e a informação de que em lugar de ter surgido sob uma definição estrita, ele nasceu por oposição de exemplos. Diz a Wikipédia:

“DoubleClick era Web 1.0; Google AdSense é Web 2.0. Ofoto é Web 1.0; Flickr é Web 2.0″.

Portanto, a Web 2.0 não é algo que se possa definir com exatidão; ela representa uma evolução da Web 1.0. Talvez esteja aí a chave para entender por que tanta gente encontra dificuldades para compreender o que é a Web 2.0, já que é possível definir quase qualquer coisa como 1.0 e 2.0, atribuindo ao que é fechado, antiquado, velho e hierárquico a classificação 1.0 e ao que é aberto, novo, vital e descentralizado o rótulo 2.0.

Somos todos 2.0
Somos todos usuários da Web 2.0, ainda que muita gente não saiba disso. Todo mundo que assiste a um vídeo no YouTube (serviço completamente 2.0) contribui com suas visitas para fazê-lo subir no ranking dos vídeos online, o que representa uma atividade 2.0. Caso essas pessoas tenham uma conta no YouTube e façam upload de vídeos para o site, são ainda mais 2.0. Os usuários do Fotolog são usuários 2.0, se bem que muitos deles jamais tenham ouvido o termo. As pessoas que procuram notas interessantes no Meneame, as que mantêm blogs e as que usam a lastfm estão na mesma categoria.

Se alguém deseja explorar os serviços e aplicativos Web 2.0 (e não existe maneira melhor do que vê-los em funcionamento para entender do que se trata), um dos melhores caminhos é o del.icio.us, um dos sites emblemáticos da Web 2.0. Visitas regulares permitem descobrir coisas maravilhosas, geniais e absurdas.

Caso existisse um Oscar para a Web 2.0 e eu fosse parte do júri, meu voto sem dúvida seria dado ao Geni, um serviço simples, viral, de criação de árvores genealógicas, que oferece resultados espantosos. Quando me perguntam o que é a Web 2.0 e o truque de Santo Agostinho não resolve, aprendi também que a melhor maneira de explicá-la é usando exemplos. Por isso, digo que “Web 2.0 são sites como o www.geni.com “. Com o tempo, essa pessoa a quem convidei a usar o Geni se converterá também ao novo paradigma.

Explicar o que são redes sociais pode ser um pouco mais difícil, mas na Commoncraft existe um vídeo (muito 2.0!) que, embora em inglês, expõe a situação claramente.

Como uma cultura
A Web 2.0, com sua peculiar estética minimalista, seus grandes botões e suas áreas de assinatura perfeitamente estudadas (e com a amabilidade que se pode descobrir nelas quando são utilizadas), com suas aplicações abertas e seu altruísmo, a inteligência assombrosa e concentrada que se pode aferir em suas interfaces (a da Geni é apenas um exemplo), é uma expressão de uma cultura melhor do que aquela que a precedeu. Sem dúvida. Se o mundo físico fosse um pouco 2.0, tenho certeza de que seria um mundo melhor, mais inteligente, mais generoso e mais barato.

Fonte: TERRA magazine

Published August 20th, 2007

Empresa brasileira usa software livre em PABX

uma solução de SoftPabx na área corporativa utilizando Software Livre. O projeto Disc-OS oferece uma plataforma PABX contando com uma interface de uso simples e rápido.» Telefone sem fio permite controlar tempo da ligação

Uma das propostas é facilitar a vida dos desenvolvedores e integradores brasileiros com uma versão completa em português desde a interface de instalação até a utilização de facilidades por meio de menus em áudio como, por exemplo, acesso ao correio de voz.

Segundo o supervisor do projeto, Carlos Eduardo Zander, a solução consiste em um microcomputador dedicado com software Disc-OS desenvolvido especialmente para as necessidades e particularidades do mercado nacional, atuando como uma central PABX, operando em VoIP. O SoftPabx pode ser conectado à rede pública de telefonia por meio de gateways, atas, placas com entroncamento analógico ou digital e os ramais por meio de telefones IP, atas e softphones.

Suportado pelo lineup de produtos IP, com destaque para as linhas de atas, telefone IP, modens e telefone USB, a Intelbras comercializará, a partir do próximo mês, placas para entroncamento digital E1 que permitirão funcionamento completo da solução de SoftPabx.

Fonte: TERRA tecnologia

Published August 20th, 2007

Aplicações web 2.0 terão armadilha para hackers

A Websense anunciou na segunda-feira, dia 6 de agosto, uma nova tecnologia para identificar ataques contra aplicações da web 2.0 e proteger em questão de minutos usuários e empresas que utilizem os serviços atacados.A ferramenta batizada de “HoneyJax” simula o comportamento do usuário em aplicações online para descobrir ameaças antes que estas se espalhem, conforme o anúncio oficial, publicado no site Dark Reading.

A HoneyJax funciona de maneira semelhante a sistemas honeypot, utilizados como armadilhas para hackers, e foi mostrada na conferência de segurança Defcon por Dan Hubbard, vice-presidente de pesquisa de segurança da companhia.

A novidade foi integrada à tecnologia ThreatSeeker, presente no software Web Security Suite, da Websense, que é atualizado automaticamente em tempo real.

De acordo com o site IT Pro, a companhia exemplificou o funcionamento da HoneyJax com uma situação em que um hacker iniciava um ataque através de uma rede social online. O sistema então detectou a ameaça e os usuários da ferramenta da Websense foram impedidos de acessar o perfil comprometido, bem como qualquer link apontando para sites maliciosos.

Com o aumento do uso da web 2.0, principalmente por empresas, os hackers estão cada vez mais voltados a explorar falhas através da utilização de códigos maliciosos e mashups, que são aplicações web que combinam mais de uma fonte de dados. Os hackers estão utilizando também outras táticas que “trazem maior nível de complexidade para consumidores que querem se prevenir de perdas de dados e ataques maliciosos”, conforme explicou Hubbard.

Fonte: TERRA tecnologia

Published August 15th, 2007

Gaúchos fazem confêrencia web sobre CRM

A NewDirect promove nesta quinta-feira, 23, das 10h às 11h, uma audio-conferência via web sobre CRM. Na pauta, questões como database marketing, gestão de clientes e CRM.

O palestrante é Anderson Ribeiro, empresário atuante há 10 anos no mercado de relacionamento com o cliente e executivo da NewDirect.

Fonte: Baguete

Published August 15th, 2007

Oi lança serviço de áudio-conferência

A Oi, lança hoje para o mercado corporativo o Conferência Fácil, serviço de áudio-conferência. Um dos diferenciais do produto é a possibilidade de gravação das reuniões, para utilização posterior, por meio da web; o compartilhamento de arquivos durante a conferência, para visualização sincronizada ; e um canal de mensagens online (chat) entre os usuários. O agendamento da conferência é feito pela web com a convocação automática de participantes através de mensagens personalizadas por e-mail com senhas individuais. Com o Conferência Fácil, a Oi oferece mais possibilidades de economia, pois não há assinatura mensal e os custos correspondem somente ao serviço utilizado.

O Conferência Fácil oferece ainda segurança e privacidade, pois só permite o uso de senhas de acesso criadas pelo próprio cliente. Com o serviço, as empresas podem realizar a áudio-conferência com gestão própria na web. O serviço é indicado para qualquer empresa que tenha necessidade de realização de reuniões por telefone com a participação de mais de três pessoas por evento.

O acesso é feito através de ligações simultâneas para um mesmo número telefônico, realizadas de qualquer lugar do Brasil. Como cada empresa recebe um 0800, basta o usuário ter o código e a senha da áudio-conferência para acessar o serviço de qualquer telefone até mesmo de orelhão.

O serviço oferece praticidade para agendamento da conferência e conecta diversas pessoas a partir de qualquer terminal telefônico no país. Como não há cobrança de assinatura mensal, o custo do serviço é determinado pelo volume de minutos utilizados, com apenas duas tarifas: de chamadas de origem fixa ou móvel. Além da praticidade e facilidade de acesso, o Conferência Fácil pode contribuir ainda para otimização do tempo no horário do trabalho e redução com custos com viagens.

Fonte: B2B Magazine

Published August 15th, 2007

Celepar participa de projeto nacional de desenvolvimento de sistema web de gestão hospitalar

Um projeto de cooperação técnica entre a Companhia de Informática do Paraná (Celepar), Ministérios da Saúde e do Planejamento e Hospital Municipal Dr. Mário Gatti (São Paulo), está retomando a construção do mais completo sistema web de gestão hospitalar do país, conhecido como Hospub Web. O desenvolvimento desse sistema foi iniciado pelo Datasus, o Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde, em 2004.

Segundo o diretor-presidente da Celepar e secretário de Assuntos Estratégicos, Nizan Pereira, o objetivo desse projeto é desenvolver um sistema que contemple todas as áreas de atendimento à saúde, desde controle de estoques dos hospitais e postos de saúde, até internamento de pacientes, prontuário médico, atendimento ambulatorial, controle de consultas e exames, atendimento em UTIs, etc.

O projeto e o plano de ação para o desenvolvimento do sistema, todo em software livre, foram discutidos entre as entidades parceiras numa vídeo-conferência realizada na semana passada. Num primeiro momento, os técnicos das entidades estão fazendo o trabalho de identificação da versão inicial do Hospub e dos aplicativos da versão atual que está funcionando como piloto no Hospital Mário Gatti de São Paulo.

Segundo Nizan Pereira, a Celepar vai colaborar com o projeto disponibilizando os requisitos elaborados para os hospitais universitários do Paraná que serão úteis para as novas linhas de desenvolvimento do Hospub. As outras entidades serão responsáveis por outras etapas de atualização do sistema. O Datasus, por exemplo, vai disponibilizar o ambiente adequado para homologação do sistema e será responsável pelo ambiente de controle da versões do código fonte.

O presidente da Celepar confirmou que pretende envolver outras entidades paranaenses, como a Universidade Federal do Paraná, Hospital das Clínicas, hospitais universitários estaduais, Hospital da Polícia Militar do Paraná e as Secretarias de Saúde e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e o Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento (Lactec) para colaborarem com o projeto, tendo em vista que a maioria desses órgãos já possuem experiência no desenvolvimento de soluções para a gestão de saúde. “A idéia é integrar todos esses conhecimentos e os aplicativos já desenvolvidos por essas entidades no Hospub”, sentenciou Nizan Pereira.

Para o assessor de Planejamento e coordenador do Projeto Software Livre da Celepar, Fabiano Mormul, devido às inúmeras funções que integrarão o sistema sua capacidade de atendimento será abrangente, podendo ser utilizado por hospitais, postos de atendimento e órgãos públicos responsáveis pela gestão do setor de saúde. A próxima vídeoconferência para avaliação dos trabalhos de execução do projeto será realizada no dia 3 de setembro na sede da Celepar em Curitiba.

Fonte: Governo do Paraná

Published August 15th, 2007

Conferência internacional discute acessibilidade na web

O Serpro participará do “12th International Conference on Human-Computer Interaction”, na área temática Universal Acess, com a apresentação de um estudo de caso baseado no artigo “Design inclusivo de sítios públicos - uma batalha contínua”, de autoria de Miriam Simofusa e Augusto Almeida, ambos do Serpro, e da professora Ana Isabel Paraguay, da Universidade de São Paulo (USP).

O congresso acontece em Pequim, China, no período de 22 a 27 de julho. O estudo de caso aborda o design inclusivo e ambiente FOSS (Free/Open Source Software), utilizando as ferramentas Zope, um servidor de aplicação para construir sites, e Plone, que possui templates para construção de sites e permite personalizações complexas.

O autores do artigo saluientam que, embora a internet tenha se tornado, na sociedade atual, um importante recurso para educação, governo, entretenimento, comunicação e comércio, 14,5% da população brasileira, porém, possuem algum tipo de deficiência física, o que dificulta o benefício do uso da internet. E para incluir estes cidadãos é necessário superar barreiras.

Fonte: TI Inside