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Archive for the ‘WiMAX’


Published July 19th, 2009

Candiota e Piratini terão banda larga

O governo do estado liberou R$ 600 mil para instalação a implementação de projeto-piloto para rede de acesso à Internet de alta velocidade nos municípios de Candiota e Piratini nesta sexta-feira, 17.

A iniciativa deve beneficiar 30 mil pessoas, entre alunos de escolas públicas e funcionários das repartições municipais. A conexão será da fibra ótica da CEEE e Wimax.

O acesso será disponibilizado para todas as escolas públicas, postos de saúde e hospitais, delegacias e postos policiais, de bombeiros, da Polícia Civil e da Brigada Militar, além de outros órgãos das administrações públicas estadual e municipais.

Cidades pequenas sofrem

A situação de pequenos municípios do interior gaúcho, que sofrem problemas devido à má qualidade da banda larga disponível foi tema de reportagem no Baguete.

Fonte: Baguete

Published June 8th, 2009

Última chamada para Palestrantes do IV Encontro VoIPCenter - 2009

Pessoal

Esta semana estou definindo as Palestras e os Palestrantes para o IV Encontro VoIPCenter, que será realizado em São Paulo nos dias 16 a 18 de setembro de 2009.

Durante o mês de maio estive ausente porque ministrei 3 cursos em Portugal (Lisboa, Porto e na empresa PT Telecom), além de realizar o curso e certificação de Elastix, em Barcelona.

Aqueles que desejarem ministrar alguma palestra na área de VoIP, Asterisk e Convergência Digital, favor encaminhar as sugestões o mais rápido possível, pois pretendo definir o conteúdo brevemente.

Neste ano vamos editar novamente a Revista VoIPCenter e aqueles que quiserem contribuir com algum artigo, dicas ou sugestões, favor também encaminhar o email.

Contribua e apóie este evento como palestrante, expositor, patrocinador ou mesmo como participante.

Um grande abraço

Alberto Sato

email: amsato em innovus.com.br

Fonte: Blog do Sato

Published March 30th, 2009

Motorola inaugura rede sem fios 802.16E WINMAX na Jordânia

A Motorola Inc. (NYSE:MOT) e a Mada Comunicações anunciaram hoje a inauguração da rede sem fios 802.16e WIMAX na Jordânia. Com a implantação desta rede sem fios, a Mada Comunicações passa a oferecer serviços de banda larga sem fios, incluindo voz e internet a alta velocidade, a todos os seus clientes e a operadores de internet (ISP), em toda a região.

A rede sem fios WIMAX, cuja implantação demorou seis meses, garante o fornecimento – com alta qualidade – de serviços de voz e internet, fixa ou móvel, para clientes particulares e empresariais. O modelo de atacado da Motorola permite que a Mada Comunicações também ofereça estes serviços de rede sem fios WIMAX a outros ISP’s (operadores de internet), ampliando o potencial da rede WIMAX e aumentando as receitas da empresa.

Fonte: Ipjornal

Published March 21st, 2009

Anatel discute faixa de 2,5 GHz e futuro do MMDS esta semana

Novamente, a semana começa com a expectativa de que a Anatel reforme sua decisão informal de adiar por tempo indeterminado a certificação e homologação dos equipamentos que usam WiMAX em 2,5 GHz. O fato novo é o retorno concomitante à pauta da proposta de mudança de destinação da faixa de 2,5 GHz. Os dois assuntos (a destinação da faixa e a certificação dos equipamentos) estão na lista de itens a serem deliberados na próxima quarta-feira, 18, pelo Conselho Diretor.

A equipe da Anatel tem alegado, até o momento, que os assuntos precisam ser analisados conjuntamente. No caso dos equipamentos, já existe parecer da área jurídica condenando o adiamento da emissão das homologações com base em uma decisão sem valor legal. A necessidade da análise conjunta se daria pelo fato de a Anatel querer reduzir drasticamente a porção do espectro destinado ao MMDS na faixa de 2,5 GHz.

As licenças de MMDS não permitem diretamente a oferta dos serviços de internet, mas com a destinação existente hoje nessa faixa, as empresas podem pedir uma frequência associada ao SCM e garantir o uso mais amplo da faixa. Hoje, apenas MMDS e SCM estão em 2,5 GHz. A proposta da Anatel, antecipada por este noticiário no dia 14 de janeiro, é colocar o SMP como prioritário no uso da faixa a partir de 2012. O MMDS continuaria tendo espaço, mas em caráter secundário. A agência manteria também o espaço para o SCM, mas cederia espaço também ao STFC.

Anuência prévia, finalmente

A incerteza em torno do futuro do 2,5 GHz há meses já afeta ao menos uma empresa com relação a seus planos de negócio. A Telefônica, que comprou a TVA no final de 2006, já reclamou formalmente à Anatel sobre a suspensão das homologações de equipamentos, o que estaria impedindo a oferta de produtos convergentes pela empresa. Além disso, uma outra demora da Anatel torna ainda mais confusas as perspectivas da TVA: até agora a agência não encaminhou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) a instrução do processo de compra da operadora de TV por assinatura.

Esse item também pode ser resolvido na reunião desta semana. Dois anos depois do anúncio da operação e cerca de um ano após a anuência prévia, a Anatel deve enfim arrematar a documentação que será encaminhada ao órgão de defesa da concorrência. Mas a conclusão do caso na Anatel não deve ser simples. Fontes afirmam que existem recomendações internas para a imposição de restrições severas à operação do MMDS da TVA sob o comando da Telefônica.

Fonte: Teletime

Published February 28th, 2009

800 milhões de pessoas devem ter acesso a WiMax em 2010

Atualmente, 430 milhões de pessoas já podem ter acesso à tecnologia, implantada em 460 localidades de 135 países.

De acordo com o WiMAX Fórum, os provedores de serviços WiMAX já possuem redes que oferecem cobertura para 430 milhões de pessoas em todo o mundo e estão a caminho de dobrar a cobertura, ultrapassando os 800 milhões de pessoas até o final de 2010. Além disso, o número total de implementações WiMAX em todo o mundo já se aproxima de 460, em mais de 135 países, para redes fixas, portáteis e móveis.

“Esses novos números de implementações revelam que o ecossistema de internet móvel WiMAX conseguiu um forte crescimento e continuará a satisfazer a demanda do mercado para serviços de banda larga com alta velocidade em 2009. Produtos certificados para a faixa de 3.5GHz darão às operadoras o acesso a equipamentos e dispositivos que eles necessitam para oferecer conexão de banda larga sem fio”, diz Ron Resnick, presidente e chairman do WiMAX Forum.

Vale lembrar que os primeiros produtos de 3.5GHz já foram certificados para a Samsung e a ZTE. Ambas receberam o selo de Certificação do WiMAX Fórum, confirmando a aprovação dos produtos para a banda de espectro de 3.5GHz.

Atualmente, seis dos sete principais fabricantes mundiais de equipamentos estão desenvolvendo produtos WiMAX. Dessa forma, o WiMAX Forum calcula que até 2011 haverá mais de mil produtos móveis certificados no mundo.

Fonte: Ipnews

Published February 27th, 2009

Mercado de telecom vai faturar US$ 64 bi em 2013

O fortalecimento de tecnologias como WiMax, IPTV e VoIP deve fazer com que o mercado brasileiro de telecomunicações obtenha  receita de US$ 64 bilhões em 2013. Os serviços de transmissão de dados por plataformas móveis ou fixas devem impulsionar o mercado no País, visto que a receita média desses serviços por assinante aumentou 50% de 2007 para 2008.

As informações são da consultoria Pyramid Research, que traçou um panorama do setor no Brasil e prevê que, apesar da crise, o País continuará a ser líder desse mercado na América Latina. De acordo com o relatório “Mercado de Comunicações no Brasil”, o País deve ter fechado 2008 com um faturamento de US$ 55,8 bilhões em telecomunicações – o que representa uma alta de 7,8% em relação a 2007.

“Esse crescimento foi impulsionado pelo aumento da penetração dos serviços móveis e da transmissão de dados por assinante”, explica Fernando Faria, analista sênior da Pyramid Research e autor do relatório.

Faria adiciona ainda que as assinaturas de serviços móveis atingiam 65% da população em 2007 e passaram para 79% em 2008. Nesse ritmo, o Brasil deve chegar a 222 milhões de linhas móveis e 109% de penetração até o final de 2013. “Esse índice colocaria a taxa de penetração do Brasil acima de mercados como o do México e da Colômbia”, salienta o analista.

O mercado deve ganhar mais força com a revisão da Lei Geral de Telecomunicações pela Anatel, a supervisão de fusões e aquisições, a implementação total da portabilidade numérica e o licenciamento da faixa de espectro de WiMax.

Fonte: B2bmagazine

Published February 26th, 2009

WiMax tem vantagem sobre LTE para acesso móvel 4G, afirma In-Stat

Na corrida pelo acesso 4G, consultoria vê vantagem do WiMax na competição com LTE pelo pioneirismo dos planos comerciais.

O WiMax leva vantagem sobre a LTE como padrão mais popular para acesso móvel à internet nos próximos anos dado o pioneirismo no investimento em redes do tipo, segundo estudo da consultoria In-Stat divulgado nesta quarta-feira (25/02).

Ainda que o investimento em redes WiMax venha se arrastando nos últimos ano dado seu potencial de conectividade, com poucas iniciativas reais de planos de acesso comerciais disponíveis em países como Estados Unidos e Coréia, o fato de operadoras considerarem investimentos do tipo colocam o WiMax em vantagem.

“O WiMax móvel já tem planos comerciais, enquanto a LTE não estará disponível comercialmente até o final de 2009″, nota a consultoria, que prevê ainda que ambas as tecnologias deverão tomar caminhos diferentes.

O WiMax já começa a se posicionar como uma tecnologia usada por empresas de banda larga como uma forma de ampliar seus domínios e oferecer outras formas de conectividade, em pontos fixos, na sua maioria, para seus clientes.

Já o LTE, afirma a consultoria, vem sendo encarada como uma aposta das operadoras para preencher “buracos” registrados dentro de suas redes telefônicos, aumentando também o alcance de seus serviços para usuários que navegam online.

Sigla de Long Term Evolution, a LTE é um padrão de troca de dados em redes telefônicas que apresenta evoluções no padrão UMTS principalmente no que diz respeito a novos usos para espectro. Tecnicamente, a tecnologia permite navegação com velocidade de até 326 Mbits em até 100 quilômetros de distância.

Até 2013, a consultoria espera que a LTE alcance cerca de 23,1 milhões de assinantes pelo mundo, enquanto, simultaneamente, o número de PCs vendidos com acesso WiMax chegue a 82 milhões de unidades.

Fonte: Idgnow

Published February 26th, 2009

O Brasil todo ligado por satélite

O projeto da Embratel vai disponibilizar TV por assinatura digital para todo o país, através do novo satélite Star One C2

POR SORAIA YOSHIDA

Em 1969, o Brasil assistiu à primeira transmissão comercial de televisão via satélite: a nave Apolo IX subia ao espaço, diretamente da base de lançamentos da Nasa, no Cabo Canaveral, Estados Unidos. No mesmo ano, os brasileiros assistiram ao desembarque do primeiro homem na Lula. E em 1970, mais de 90 milhões assistiram à conquista do tricampeonato brasileiro na Copa do Mundo, no México.

Para muitos, são grandes lembranças de vida. Para a Embratel, a empresa que proporcionou essas oportunidades, são conquistas. A Embratel recebeu o prêmio Época NEGÓCIOS 100 – As Empresas de Maior Prestígio no Brasil na categoria Telecomunicações, em que seu nome é tão associado às conquistas que se confunde com a própria história do setor no Brasil.

“Receber este prêmio é de uma importância imensa”, diz Pedro Abreu, diretor de Planejamento e Inteligência de Marketing. “É um reconhecimento dos nossos clientes, que utilizam nossas soluções em diversos segmentos”.

Para ele, é exatamente o foco no cliente que valida todos os esforços da empresa em buscar novas tecnologias. A Embratel criou novos canais de comunicação com clientes e turbinou seu website para evidenciar os novos projetos. Atualmente, a empresa investe bastante em banda larga. O sistema WiMax (Worldwide Interoperability for Microwave Access), que já alcança 12 capitais brasileiras, em breve chegará a outras 61 cidades nos próximos três anos. Outra novidade será o lançamento da tecnologia de DTH, sigla de Direct to Home, com a qual a Embratel vai oferecer TV por assinatura via satélite para todo o país. Os novos serviços só estarão disponíveis porque foi lançado em abril deste ano o novo satélite Star One C2, pela Star One, subsidiária da Embratel que opera o maior sistema de satélites da América do Sul.

Com 16 mil funcionários em seus quadros, incluindo alguns dos profissionais de maior capacidade no país, a Embratel tem pela frente o desafio de crescer – mesmo com um cenário de fundo conturbado, trazido pela crise financeira mundial. A seu lado estão uma gigantesca rede de serviços, um nome que faz parte da história do país e um reconhecimento imediato do cliente – patrimônio que deixaria qualquer empresa feliz da vida. Dona da maior rede de telecomunicações do Brasil, a empresa oferece serviços de telefonia local, televisão, transmissão de dados, internet, VoIP e redes de multisserviços em qualquer ponto do território nacional.

“Os serviços da Embratel possuem um mix ideal de tecnologia, qualidade e segurança, seja para os mercados corporativo e residencial, como para o setor público”, diz Pedro de Abreu. “A Embratel reúne infra-estrutura de fibras ópticas, cabos submarinos e satélites. São cinco milhões de linhas fixas, entre empresariais e residenciais. É a única operadora com presença em todo território nacional e fornecedora do mais amplo portfólio de serviços de telecomunicações do mercado brasileiro”.

Fonte: Epocanegocios

Published February 18th, 2009

Entidades firmam acordo para impulsionar desenvolvimento do LTE

3G Americas e Aliança NGMM anunciam convênio para desenvolver e vender tecnologias e serviços de banda larga móvel de próxima geração.

A 3G Americas e Aliança NGMN anunciaram um acordo para desenvolver e vender tecnologias e serviços de banda larga móvel de próxima geração (4G). O convênio incluirá cooperação em projetos e intercâmbio de informações, além de trabalhos conjuntos em relações públicas, marketing e apoio.

O anúncio ocorreu no Mobile World Congress, que acontece até a próxima quinta-feira em Barcelona.

A NGMN é uma organização fundada para avaliar quais tecnologias podem desenvolver soluções apropriadas para a evolução de redes sem fio. Já a 3G Americas é uma associação setorial de provedores de serviços e fabricantes do setor de telecomunicações.

O Long Term Evolution (LTE), apontado sucessor do 3G, foi a primeira tecnologia a preencher as recomendações da NGMN, informam as entidades. O acordo de cooperação deve permitir o desenvolvimento e a instalação de banda larga móvel comercial neste padrão.

Segundo comunicado divulgado pelas duas entidades, no mundo inteiro, mais de 100 operadoras anunciaram seus planos para testar ou instalar a LTE para banda larga móvel de próxima geração.

Fonte: Computerworld

Published February 17th, 2009

Decisão da Anatel sobre faixa de 2,5 GHz não agrada mercado

Deve ter sérias consequêcias a decisão da Anatel de prorrogar, por 15 anos, a autorização para que as empresas de MMDS utilizem o espectro de 2,5 GHz necessário ao serviço. Segundo apurou este noticiário, a posição da agência desagradou todas as partes interessadas direta ou indiretamente na questão, seja entre empresas de celular, que pleiteavam um pedaço do espectro, seja entre as próprias empresas de MMDS, que estão intrigadas com o que acontecerá com os preços destas faixas daqui a um ano. A confusão se deve ao fato de que nenhuma das partes consegue entender a legalidade da decisão da agência.

Ao que tudo indica, segundo apurou este noticiário, a Anatel deu uma solução para o impasse que não contou com o respaldo jurídico da procuradoria da agência. Parecer da procuradoria especializada da Anatel diz que a prorrogação deverá ser realizada uma única vez pelo prazo de 15 (quinze) anos e deverá ser sempre de forma onerosa.

A proposta da procuradoria, por outro lado, se tivesse sido aceita pelo conselho diretor (o que não aconteceu) seria igualmente polêmica: seria dada às empresas, por no máximo 24 meses, uma prorrogação excepcional por meio de uma outorga de autorização especial até que a Anatel conseguisse resolver, em conjunto, todas as pendências inerentes à exploração da faixa de 2,5 GHz. As pendências seriam: um estudo embasado sobre o valor da faixa, a revisão da Resolução 429/2006 e a revisão da regulamentação do MMDS, que no entender da procuradoria, hoje se choca com as regras do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM).

Esta proposta de uma autorização excepcional teria sido inclusive discutida e aceita pelo Tribunal de Contas da União, que na semana passada esteve na Anatel olhando de perto como a agência está conduzindo a questão da renovação das outorgas de MMDS. E, de fato, a procuradoria usou dois precedentes do TCU, que aceitou a figura de uma autorização especial em dois casos: um do setor de transportes (Acórdão 211/2009) e, outro, dos Correios (Acórdão 2444/2007).

Indefinição

Também segundo fontes da agência, a proposta da procuradoria foi rejeitada pelo conselho porque não ficou claro o que aconteceria após estes dois anos de autorização especial: as empresas de MMDS teriam mais 15 anos de autorização regular? Ou teriam apenas 13 anos de autorização? E se optassem por não aceitar as condições, teriam que desligar os sistemas imediatamente? A decisão da Anatel pela prorrogação de 15 anos, mas sem definir o preço, foi unânime entre os conselheiros, mas, estranhamente, não contou com proposta de nenhum relator.

Segundo conversas informais que este noticiário teve com fontes do setor diretamente interessadas no assunto, o sentimento corrente é de que é absolutamente impensável que alguém tenha uma autorização de uso de uma radiofrequência sem saber quanto vai pagar por ela. E, eventualmente, sujeito ao pagamento retroativo pelo período até que o preço seja estabelecido, conforme dispõe o ato publicado nesta segunda, 16 de fevereiro. “Se por um lado os operadores de MMDS ficam tranqüilos porque o espectro está assegurado, por outro há uma grande insegurança jurídica por não se saber o valor a ser pago por este espectro”. Conforme já adiantou este noticiário, os operadores que hoje dispõem de autorizações de uso da faixa de 2,5 GHz (entre os principais estão Telefônica e Net Serviços) têm uma tese jurídica construída sobre isso: a Anatel tem que cobrar conforme estabelece o Regulamento de Cobrança pelo Preço Público pelo Direito de Uso de Radiofrequência (Resolução 387/2004), o que daria algumas centenas de milhares de reais. A procuradoria da Anatel contesta essa interpretação e diz que essa hipótese seria permitir o enriquecimento ilícito sem causa da empresa, sem remunerar a União adequadamente pelo uso do espectro. A procuradoria insiste que no caso da faixa de 2,5 GHz é fundamental a realização de um estudo técnico e mercadológico, assim como foi feito com as faixas de 3G, em procedimento inclusive avalizado pelo Tribunal de Contas da União. As faixas de 3G, vale lembrar, renderam à União R$ 5 bilhões, incluído o desconto dado em função as obrigações de levar celular a todos os municípios.

Por outro lado, fica claro o incômodo que a decisão da Anatel causou aos operadores de telefonia celular, que ambicionam utilizar a faixa de 2,5 GHz para a expansão de seus serviços de transmissão de dados com a tecnologia LTE. Hoje, não existe previsão da Anatel para que a faixa de 2,5 GHz seja utilizada para o Serviço Móvel Pessoal, mas este é um dos itens propostos na revisão da Resolução 429/2006, que está em curso dentro da agência. Uma das propostas é a destinação primária de parte da faixa ao SMP a partir de 31 de dezembro de 2012.

Sem saída

O que fica claro ao se analisar os pareceres técnicos e jurídicos que vêm abastecendo o conselho da Anatel sobre a questão da faixa de 2,5 GHz é que não havia solução fácil, nem solução perfeita. O conselheiro Antônio Bedran, por exemplo, chegou a escrever em sua análise sobre a revisão da Resolução 429/2006 (que será avaliada pelo conselho apenas em março) que a situação é de instabilidade e indefinição em relação à faixa do MMDS. A consulta pública que sugeriu um Termo de Autorização para a Exploração do Serviço de MMDS faz referência a um suposto “direito adquirido” das empresas de MMDS. A procuradoria, por sua vez, contesta a consulta da própria Anatel e diz que não pode haver direito adquirido se todos os requisitos legais para a aquisição do direito pleiteado não tiverem sido cumpridos. Segundo a procuradoria, essa condição não existia, pelo menos não até esta sexta, dia 16, quando os atos da Anatel outorgaram o direito de exploração do espectro de 2,5 GHz pelos próximos 15 anos. No entanto, ao não cobrar imediatamente por este direito, a Anatel pode estar cometendo ilegalidade. E se cobrar com base em critérios a serem definidos, estará contrariando o entendimento das empresas de MMDS, que segundo a própria Anatel, cumpriram os prazos legais necessários para a solicitação da prorrogação da autorização.

Fonte: Teletime

Published February 16th, 2009

Sardenberg adia decisão sobre certificação para 2,5 GHz por 30 dias

As operadoras da faixa de 2,5 GHz interessadas em oferecer serviços de banda larga por meio da tecnologia WiMAX terão que esperar mais um mês para saber se a Anatel irá ou não retomar a certificação e homologação de equipamentos. Na reunião do Conselho Diretor da Anatel realizada nessa quinta-feira, 12, o presidente da autarquia, embaixador Ronaldo Sardenberg, pediu mais 30 dias para analisar o processo que pode culminar na liberação das homologações, suspensas há mais de oito meses por uma decisão informal e apócrifa do comando da agência.

Na semana passada, durante o Seminário Políticas de (Tele)comunicações, o embaixador declarou que precisaria apenas de sete dias para analisar melhor o relatório produzido pela conselheira Emília Ribeiro. O documento, disponível no site da agência reguladora, tem cinco páginas e conclui que a gerência técnica deve retomar imediatamente o trabalho de certificação e homologação de equipamentos.

A indefinição sobre a retomada da emissão dos certificados pode ter relação com o motivo inicial usado pela Anatel para embargar a análise técnica. Quando a gerência foi compelida a parar de emitir as homologações, o argumento usado era a necessidade de aguardar a deliberação sobre a reforma da destinação da faixa de 2,5 GHz, destinada hoje ao MMDS e em parte ao SCM e onde há a possibilidade de operação com equipamentos em WiMAX.

A revisão das regras para a faixa de 2,5 GHz (Resolução 429/2006) também foi adiada recentemente, pois o conselheiro-relator, Antônio Bedran, quis analisar melhor o assunto. Coincidência ou não, o adiamento da reforma da faixa de 2,5 GHz também foi por 30 dias. A mudança de destinação da faixa, que privilegiará provavelmente o Serviço Móvel Pessoal (SMP) de acordo com os estudos iniciais da Anatel, tem gerado muita polêmica no setor de telecomunicações, o que pode dificultar a ação da agência reguladora.

Até que a agência conclua seu trabalho neste caso, diversas empresas têm sofrido com a suspensão das homologações, com prejuízos financeiros pela limitação na oferta de serviços de banda larga. Uma delas, a Telefônica (TVA), chegou a mandar uma carta à Anatel pedindo que a agência liberasse o uso dos equipamentos de WiMAX e sugerindo a existência de graves perdas financeiras com a atitude tomada pela Anatel.

Fonte: Teletime

Published February 10th, 2009

Valor do mercado WiMax deverá cair em 2009

O mercado das tecnologias WiMax reduzirá o seu valor em 2009, de acordo com as previsões da Infonetics Research, debilitado tanto pela crise global da economia como pela concorrência vinda do standard LTE para redes móveis de quarta geração (4G).

As vendas totais de equipamentos WiMax móveis e fixos caíram já 21% no terceiro trimestre de 2008 face aos três meses anteriores, segundo a Infonetics, situando-se nos 245 milhões de dólares. E, de acordo com a consultora, essa queda deverá prolongar-se pelo próximo ano.

“A diminuição dos orçamentos disponíveis para o alargamento das redes fará com que muitos planos de implementação do WiMax congelem durante os próximos doze meses”, vaticina Richard Webb, analista da Infonetics para o mercado wireless. As instalações WiMax fixas estão em plena estagnação e o equipamento WiMax móvel está, por seu turno, a ser implementado nas empresas a um ritmo muito lento. A versão móvel, definida no standard IEEE 802.11e, representa já três quartos do mercado WiMax no seu conjunto, e continuará a ser o principal motor do seu desenvolvimento, embora não se devam assistir a crescimentos importantes antes de 2010, na opinião do analista.

A Infonetics prevê que existirão 76 milhões de assinantes de serviços WiMax em 2011. Até agora, a maior concentração de assinantes verifica-se na região da Ásia Pacífico e, segundo a consultora, o futuro crescimento do mercado será mais forte nos países em vias de desenvolvimento.

No que se refere aos fornecedores, a consultora destaca o êxito do líder de mercado, a Alvarion, na migração da versão fixa para a móvel. Este fabricante conseguiu ultrapassar a Alcatel-Lucent e a Motorola no terceiro trimestre, sendo que a Alcatel-Lucent mudou já a sua estratégia, retirando prioridade ao WiMax e passando-a para o standard concorrente LTE, visto hoje por muitos peritos como a especificação líder para as redes 4G.

Fonte: Computerworld

Published February 6th, 2009

Anatel adia decisão sobre homologação de WiMax para 2,5 GHz

A Anatel continuará por mais um tempo sem certificar e homologar equipamentos com tecnologia WiMax para uso na faixa de 2,5 GHz. O assunto mais importante da pauta desta quarta-feira, 4, do Conselho Diretor da Anatel teve sua discussão adiada por um pedido de vistas do presidente, embaixador Ronaldo Sardenberg.

A homologação desses equipamentos está suspensa há oito meses por uma ordem informal que partiu do conselho diretor da Anatel. O processo suspenso hoje contém um pedido da área técnica da agência para que, uma vez mantida a determinação, que o comando da Anatel a formalize por meio de um ato jurídico.

A expectativa das empresas afetadas pela medida informal é que a autarquia retome o processo de certificação e homologação uma vez que o processo de revisão da faixa de 2,5 GHz está avançado na agência. Essa mudança regulatória seria o motivo da suspensão da homologação, que tem prejudicado empresas que possuem licenças de MMDS.

Ao não certificar equipamentos de WiMax para a faixa de 2,5 GHz, a Anatel acaba impedindo o uso da tecnologia para a oferta de banda larga nessa faixa de radiofrequência. Para emitir o ato sugerido pela área técnica, a agência terá que justificar formalmente a manutenção da suspensão.

Em entrevista à imprensa nessa terça-feira, 3, o presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, admitiu que a companhia tem tido prejuízos com a falta da homologação. Dono da TVA, o grupo Telefônica chegou a encaminhar uma carta à Anatel afirmando que investimentos estão deixando de ser feitos por conta da falta de perspectiva de exploração de banda larga pela operadora de MMDS.

Fonte: Teletime

Published February 4th, 2009

Telefônica quer que 2,5 GHz fique como está

O presidente da Telefônica, Antônio Carlos Valente, defendeu nesta segunda-feira, 3, a tese de que a faixa de 2,5 GHz seja explorada pelos serviços de MMDS por meio da tecnologia WiMAX, ou seja, que a destinação dessas frequências permaneça como está. A Anatel estuda a possibilidade de colocar o SMP como prioritário na faixa, em detrimento do MMDS. Para Valente, não faz sentido reservar uma faixa para a prestação de serviços móveis que sequer estão disponíveis no mercado. “A destinação tem que ser a que é melhor para o mercado agora. No futuro, que se reavalie se for o caso”. Ele defendeu ainda o tamanho do espectro reservado às licenças de MMDS, de 190 MHz. “Não podemos nos esquecer que com a introdução de canais em alta definição, é necessário mais espectro para o serviço”.

Dono do MMDS adquirido da TVA, o Grupo Telefônica seria um dos grandes afetados pela mudança de destinação, apesar de a empresa ser também acionista relevante (50%) da Vivo, ao lado da Portugal Telecom. Assim, apesar dos benefícios para a Vivo que a mudança trará, a Telefônica fechou posição em defesa de suas operações de MMDS, por meio da TVA, focados na oferta de serviços de banda larga via WiMax.

Para isso, a Telefônica ainda tem um outro obstáculo antes mesmo da confirmação do projeto da Anatel para o futuro da faixa de 2,5 GHz. Está prevista na pauta do Conselho Diretor da Anatel a discussão da medida informal tomada pela agência no ano passado suspendendo a homologação e certificação de equipamentos WiMax usados na faixa de 2,5 GHz. A Telefônica chegou a encaminhar uma carta à Anatel pedindo a retomada da emissão dos certificados, alegando que a decisão criava problemas ao seu projeto de investimentos em banda larga.

Como a expectativa é que a agência reverta a ordem dada à área técnica, Valente preferiu não entrar em atrito com o órgão regulador. “Falar dos males do passado não resolvem os problemas do setor”, afirmou o executivo, que não quis contabilizar o tamanho do prejuízo financeiro causado pela medida. Mesmo assim, Valente não nega que a decisão realmente foi problemática para a Telefônica. “Claramente houve um tipo de impacto com essa medida.”

Fonte: Teletime

Published February 1st, 2009

Nortel encerra acordo sobre WiMAX

Por Network World/EUA

Companhia decidiu finalizar parceria com Alvarion e sair totalmente do mercado de WiMaxx.

A empresa canadense de telecom Nortel decidiu encerrar seus negócios envolvendo a tecnologia móvel WiMAX e finalizar sua parceria com a Alvarion.

Com a medida, a Nortel, que pediu proteção contra falência nos Estados Unidos em janeiro, sairá totalmente do mercado de WiMAX.

A companhia declarou que a decisão permitirá limitar seu foco e gerenciar melhor seus investimentos para melhor posicionar sua competitividade no longo prazo.

“Nosso contínuo sucesso nos negócios wireless exige focar nossa energia em oportunidades com clientes permanentes”, disse Richard Lowe, presidente da Nortel para redes de operadoras. “Isso irá posicionar a Nortel mais efetivamente para capitalizar no futuro quando os níveis de gastos voltarem a crescer”, completou.

A Nortel disse que irá trabalhar com a Alvarion para fazer a transição de seus clientes WiMAX e assegurar que o compromisso com suporte acontecerá sem interrupções.

“A prioridade é minimizar os efeitos nos clientes. Estaremos juntos com a Nortel para garantir uma transição tão tranquila quanto for possível”, declarou Tzvika Friedman, presidente da Alvarion.

A companhia chegou a testar, em 2007, a tecnologia WiMax no Brasil.

Jim Duffy, editor da Network World, dos EUA

Fonte: Idgnow